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DISPOSITIVOS VESTÍVEIS AUXILIADORES NA SAÚDE

Carlos Alberto Treff Junior

Fonte: Shutterstock.

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Convite ao estudo

Aluno, nesta primeira unidade, estudaremos a bioinformação e as tecnologias na educação física; também, veremos a aplicabilidade de alguns dispositivos que auxiliam a saúde e o esporte, pois, para sermos bons professores, mais do que conhecermos os aparelhos e seu funcionamento, precisamos entender como utilizá-los ao nosso favor.

Ao longo da unidade, acompanharemos como a tecnologia auxilia a saúde e o esporte e conheceremos as diversas formas de aplicação, tanto no esporte como na saúde. Esse desenvolvimento tecnológico é incrível e tão forte que parecemos depender desses facilitadores. O único problema é que não podemos "terceirizar" certas atividades para melhorar a saúde ou a performance do nosso aluno relacionada às atividades esportivas. Durante um jogo, por exemplo, não podemos transformar a distância percorrida pelo indivíduo em calorias perdidas por ele. Por outro lado, com maior segurança, podemos aproveitar desse mesmo avanço tecnológico e das ferramentas modernas para proteger nossa saúde. Os aplicativos, que estão cada vez mais focados nas necessidades de saúde, estão cuidadosamente estreitando a lacuna entre profissionais e alunos.

A partir desse contexto, refletiremos sobre como utilizar a tecnologia ao nosso favor sem nos tornarmos reféns, levantando algumas questões: como utilizar os dispositivos? Os dispositivos substituirão o professor presencial? Meu aluno aceitará essas novas ferramentas que serão utilizadas? Essas e muitas outras perguntas sobre o Convite ao estudo serão discutidas nas seções a seguir. Aproveite cada unidade para expandir seu conhecimento.

Praticar para aprender

Querido aluno, nesta seção estudaremos quais são os dispositivos tecnológicos que podem e são utilizados na busca de uma melhor condição de saúde para um aluno ou paciente, ou aqueles que otimizam o desempenho de um atleta que vive do esporte ou da prática apenas por lazer. Habitualmente, utilizamos equipamentos para verificar as condições de saúde, como termômetro e aparelho de pressão. Esses aparelhos já foram dispositivos altamente tecnológicos, porém, hoje, podemos medir a temperatura corporal com um aparelho que emite um laser; da mesma forma, a pressão arterial pode ser aferida por meio de um smartwatch. Diante desses aspectos, não podemos esquecer de que precisamos ser professores criativos, ou seja, buscar soluções criativas utilizando os dispositivos tecnológicos.

Toda essa tecnologia à nossa disposição faz com que o professor de Educação Física esteja preparado para utilizá-la nas aulas, pois, com tudo ao redor se tornando digital, nosso aluno será também digital – em sua maioria, pelo menos. Assim, espera-se que tudo esteja nesse mundo tecnológico, inclusive você, o futuro professor desse aluno. Para isso, é necessário que estejamos preparados para lidar com um mundo digital, porque, além de ensinarmos os movimentos dos exercícios de forma correta, é importante que usemos a tecnologia ao nosso favor. 

Como estamos estudando a tecnologia na educação física, precisamos lembrar que ela tem que ser nossa aliada, visto que que são inúmeras as possibilidades quando a relacionamos à saúde e ao esporte.

Para contextualizar sua aprendizagem, suponha que você acaba de ser contratado pelo LAFSE, um laboratório especializado em atividade física, saúde e esporte, vinculado a uma universidade, que conta com o professor Paulo como responsável , além de Eduardo e Alex, os quais são estudantes de iniciação científica. Agora, você também faz parte dessa equipe como o terceiro estudante de iniciação científica.

Você acaba de ser contratado para auxiliar em uma nova pesquisa com jovens e crianças e recebe um convite da prefeitura da cidade para aumentar o nível de atividade física desse público.

Em uma reunião para discussão do caso e divisão das tarefas entre os alunos de iniciação científica, ficou decidido que Eduardo e Alex ficarão responsáveis pela coleta de dados via questionário e acelerometria, e você estará incumbido de elaborar atividades para esses alunos.

Logo depois da coleta de dados, os resultados preliminares são que 39% desses jovens e crianças da cidade são fisicamente inativos, sendo que as meninas são mais inativas quando comparadas aos meninos. Como você resolveria essa situação?

Aproveite a seção e bons estudos!

conceito-chave

Se o progresso tecnológico pode promover a inatividade física por um lado, é possível observar a integração dos dispositivos de saúde e performance por outro. Isso faz com que o profissional de educação física reflita se esse avanço estimulará a prática ou simplesmente será uma abordagem como tantas outras, apesar de que a integração dos dispositivos possa melhorar nosso olhar para a prática de exercícios.

A inatividade física é notadamente um problema de saúde pública, pois cerca de 31% da população mundial é classificada como fisicamente inativa. Essas pessoas podem apresentar um risco maior de doenças cardiovasculares, diabetes e alguns tipos de câncer. Acredita-se que a pessoa inativa tem de 20% a 30% de aumento de risco de morte.

Um estudo realizado em âmbito mundial, organizado pelo The Lancet Global Health (GUTHOLD et al., 2018) mostrou que um em cada quatro adultos é fisicamente inativo (28%, ou 1,4 bilhão de pessoas, no entanto, pode-se chegar a um em cada três adultos inativos em alguns países).

No Brasil, um estudo do Ministério da Saúde mostrou que 13,7% dos brasileiros são fisicamente inativos. Outro dado mostra que 63,3% passa mais de três horas por dia em frente ao computador, televisão, tablet ou celular (BRASIL, 2019).

Dispositivos vestíveis

Dispositivos vestíveis fornecem um método simples e atraente para automonitoramento da atividade física. Da mesma forma, os avanços em aplicativos de smartphones tornaram possível combinar diferentes tecnologias de mudança de comportamento para promover o exercício físico.

Os dispositivos vestíveis proporcionam diversas oportunidades de avaliação e desenvolvimento da promoção da atividade física. Nos últimos anos, dobraram os números desses dispositivos. Há, atualmente, mais de 400 monitores portáteis no mercado e mais de 250 empresas diferentes que os comercializam. Em 2013, foram vendidos cerca de 3,3 milhões de dispositivos (DANOVA, 2014).

Estimou-se que 411 milhões de dispositivos vestíveis seriam vendidos em 2020, gerando uma indústria de 34 bilhões de dólares. Esse crescimento já é evidente, uma vez que os dispositivos vestíveis básicos (fitness tracker) representaram 85% desse mercado em 2016 (LAMKIN, 2016).

Assim, cabe ao professor de educação física refletir sobre o quanto podemos nos aproveitar desse mercado e fazer com que a tecnologia auxilie na promoção da atividade física. Hoje, o mercado continua sendo impulsionado por uma preferência por equipamentos de primeira linha e monitores de última geração, como os smartwatch e celulares que são capazes de reconhecer nosso movimento e posição. Isso, associado à integração com smartwatch, leva a dados mais avançados, como a distância total de um exercício, a elevação do percurso, a velocidade, a estimativa de calorias, a frequência cardíaca, a pressão arterial, eletrocardiograma, entre outras funcionalidades.

Avanços em equipamentos e tecnologia de smartphones, como rastreadores de atividades e aplicativos de telefones inteligentes para exercícios físicos, trouxeram oportunidades interessantes para a intervenção de exercícios físicos, tanto que, em 2017, a Google Play Store possuía mais de 2,3 bilhões de usuários de smartphones e mais de 250.000 aplicativos de estilo de vida (O’DEA, 2020).

Figura 1.1 | Exemplo de dispositivo vestível
Fonte: Pexels. 

Aplicativos

Para que um aparelho consiga desempenhar todas as suas funcionalidades e para que haja uma interação entre os dispositivos, os softwares assumem um papel importante nesse quesito, pois eles são responsáveis por organizar os dados automaticamente – e, muitas vezes, serão os responsáveis por gerar relatórios atrativos, com gráficos e figuras coloridas.

A tecnologia pode ser uma grande aliada para que uma pessoa deixe de ser fisicamente inativa. Podemos perceber isso em um estudo em que se utilizou o acelerômetro como forma de motivação para prática de atividade física, e quem usou o dispositivo foi mais ativo quando comparado a quem não utilizou o aparelho (ROBERTS et al., 2019).

Alcançar pessoas que não têm habilidade atlética ou que estão fisicamente inativas e buscar a promoção de mudanças comportamentais (e a manutenção delas) através do exercício físico são os grandes desafios do professor de educação física. Algumas técnicas têm sido propostas para mudar o comportamento das atividades esportivas. Uma delas é a autogestão comportamental, uma tecnologia importante e eficaz, cuja função é combinar aplicativos com pelo menos uma das seguintes tecnologias de mudança de comportamento: formar intenções imediatas, definir metas específicas já estabelecidas, fornecer feedback sobre desempenho e conduzir a uma revisão imediata do comportamento.

Um estudo que usou pedômetros (dispositivo que mede a quantidade de passos durante um período) mostrou aumento moderado nos níveis de atividade física em adultos e crianças. Comparado aos grupos de controle, o grupo que usou o aparelho aumentou, em média, 2.000 passos por dia (KANG et al., 2009).

Outro estudo mostrou que as intervenções fornecidas pela internet capazes de usar diferentes técnicas de mudança de comportamento (por exemplo, fornecimento de informações sobre as consequências do comportamento, identificação imediata de barreiras, prevenção de recaídas e definição de metas) foram eficazes na produção de pequeno, mas significativo, aumento dos níveis de atividade física (DAVIES et al., 2012).

Schoeppe, Alley e Van Lippevelde (2016) encontraram melhorias significativas na atividade física em pessoas que usaram aplicativos de smartphones em comparação àqueles do grupo controle. Esses aplicativos promoviam a atividade física com a finalidade de prevenção de doenças crônicas nos grupos de intervenção, mostrando que esse pode ser um dos caminhos para se incentivar a prática regular de exercícios.

Assimile

Você já deve ter notado que toda tecnologia pode auxiliar o professor na identificação dos possíveis problemas em um grupo de alunos. Ela pode ser útil na execução das aulas e na mensuração das valências físicas e/ou dos aspectos de saúde do aluno.

Inúmeras inovações e desenvolvimento contínuo do progresso tecnológico podem ser vistos em nossa sociedade. No entanto, a relação entre essas mudanças e a qualidade de vida foi estabelecida tanto nas facilidades oferecidas quanto nos novos problemas que surgem.

Na saúde, muito se tem usado a tecnologia para realizar procedimentos e diagnósticos. Como procedimentos, temos o exemplo da telemedicina, a qual realiza atendimentos e cirurgias remotamente. Já no caso dos diagnósticos, podemos aferir o nível de atividade física por meio da acelerometria, em que o participante utiliza um acelerômetro, que consiste em um dispositivo com sensores 3D monitorando a posição do seu aluno. 

A partir dessas informações, pode-se verificar a quantidade de tempo sentado, em pé, deitado e realizando uma atividade física intensa, moderada ou leve. Com isso, determina-se o nível de atividade e em qual intensidade a realizou.

Desta forma, você poderá utilizar esses indicadores como balizadores para promover a atividade física para um grupo ou individualmente.

A tecnologia a serviço do esporte

A evolução humana sempre esteve associada ao desenvolvimento de novas tecnologias, desde as habilidades manuais na criação de ferramentas. No século XXI, o esporte está na era da informação ágil e instantânea, a qual, de modo mais estruturado e organizado, integra o mundo digital, físico e humano.

Desta forma, o esporte pode se apropriar de diversas inovações de diferentes agentes tecnológicos, aumentando o leque de oportunidades para ampliar o desenvolvimento esportivo e propiciar melhor performance.

Tal fato pode ser observado a partir dos anos de 1970 e 1980, com o uso de técnicas de filmagem, desenvolvimento de tecnologia de calçados e roupas esportivas e mensuração da intensidade e controle do treinamento, como frequencímetros e GPS. Com o desenvolvimento tecnológico, o uso de aplicativos de celular e outros tipos de monitoramento em tempo real aperfeiçoou a propagação das informações.

O futuro da tecnologia no esporte segue um caminho de aprendizado em rede, Internet das Coisas, inteligência artificial, impressão 3D, utilização de drones e Big Data. São inovações que já fazem parte do cotidiano esportivo.

Essa transformação favorece novos olhares, por exemplo, a Internet das Coisas permite que objetos e materiais estejam conectados, comunicando-se entre si e/ou com o usuário, podendo ser realizado por meio de sensores e softwares. Outro exemplo é a impressão 3D, a qual possibilita produzir materiais exclusivos e personalizados, como na Fórmula 1, na qual já se utiliza em alguns setores.

Exemplificando

Imagine que você acabou de ingressar em um clube como assistente de desempenho e tem como objetivo identificar os atletas propensos a desenvolver alguma lesão. Com certeza, você já deve estar imaginando que tipo de análise deverá realizar para alcançar esse propósito. É exatamente nesse ponto que deve iniciar sua análise. A quantidade de minutos jogados, a distância percorrida e a intensidade dos esforços darão um bom parâmetro para subsidiar sua análise. Geralmente, os atletas com maiores valores desses indicadores podem ter maior risco de lesão. Contudo, há que se levar em consideração quais biomarcadores estão ligados à especificidade daquele esporte e, assim, mensurá-los (maior concentração de creatina quinase pode indicar maior risco de lesão no futebol, por exemplo).

Então, antes de se chegar a uma análise final, é necessário se valer de outros indicadores para obter mais informações e ser mais assertivo na decisão.

A inteligência artificial está inserida no âmbito esportivo, subsidiando as equipes técnicas com informações sobre o controle de carga no treinamento dos esportistas, permitindo um treinamento ainda mais individualizado e possibilitando maior precisão. Com tamanho controle por meio de algoritmos de inteligência artificial, é possível prever quando o atleta está a ponto de sofrer uma lesão. Desse modo, eleva-se ao máximo a performance dele, podendo atingir os objetivos mais rapidamente.

O controle de carga é realizado de diversas formas, e um exemplo é o uso do frequencímetro cardíaco. Esse dispositivo é composto por uma cinta elástica com um sensor, que fica alocada na região do tronco do atleta, e um receptor, que pode ser um relógio ou um computador, mostrando a intensidade da carga em tempo real. Outro exemplo é o GPS, que se trata de um aparelho conhecido amplamente no sistema de navegação. Ele se comunica com satélites, os quais possibilitam a verificação dos movimentos realizados pelos atletas no percurso e/ou no espaço que pretende analisar.

O Big Data segue pelo mesmo caminho da inteligência artificial. A partir de um grande volume de informações e diferentes tipos de dados, é possível realizar a tomada de decisão, tanto por parte da comissão técnica para identificar pontos a serem melhorados como por parte da diretoria, a qual pode realizar a contratação de atletas baseada em dados ao longo do tempo.

Os drones já estão inseridos no mundo esportivo, possibilitando a captação de informações de um contexto mais amplo, gerando informação para o Big Data e a inteligência artificial.

Durante a última década, surgiu um milagroso aparelho nos comerciais de TV, o qual prometia um corpo perfeito com mínimo esforço. Vale ressaltar que apenas conectar eletrodos ao corpo não garante que ele ficará magro e saudável. No entanto, algumas academias adotaram a estimulação elétrica concomitantemente aos programas de treinamento oferecidos aos alunos. O seu princípio básico é a estimulação elétrica provocada pelo aparelho simultaneamente com a atividade física. Por exemplo, ao mesmo tempo que o indivíduo está realizando a série e as repetições do abdominal, um professor controla a carga de estimulação do traje. Tal ação tem efeitos comprovados no alcance.

Reflita

Após estudar os conceitos de tecnologia e a forma como ela é empregada na educação física e nos esportes, reflita sobre a realidade dos professores de educação física quanto à possibilidade de realização das mesmas análises sem o recurso tecnológico suficiente. Quais são as diferentes necessidades de suporte que precisam para alcançar os objetivos dos alunos?

Os dispositivos vestíveis, muito em breve, serão mais comuns e farão parte ainda mais da rotina das pessoas e dos profissionais da área de educação física. Eles poderão alimentar o seu trabalho com diversas informações, a fim de atingir os objetivos dos seus alunos. No entanto, a tecnologia não substituirá o profissional de educação física, mas trará muito mais valor à aula dele.

Faça valer a pena

Questão 1

Tecnologia vestível nada mais é do que combinar dispositivos eletrônicos avançados em roupas, sapatos e acessórios. Normalmente associada a soluções de monitoramento de saúde ou desempenho de exercícios físicos, ela está ganhando cada vez mais mercados.

Assinale o item a seguir que não é considerado tecnologia vestível:

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

Correto!

Dispositivo vestível é uma nova abordagem da computação, a qual reescreve a relação homem- máquina, com os aplicativos sendo uma extensão do corpo, e o indivíduo vestindo o próprio aplicativo. Desta forma, os questionários não fazem parte das tecnologias vestíveis.

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

Questão 2

A inatividade física é notadamente um problema de saúde pública, pois cerca de 31% da população mundial é classificada como fisicamente inativa. Essas pessoas podem apresentar um risco maior de doenças cardiovasculares, diabetes e alguns tipos de câncer. Acredita-se que uma pessoa inativa tem de 20% a 30% de aumento de risco de morte.

Assinale a alternativa correta sobre a influência da tecnologia nas condições de saúde de uma pessoa:

Correto!

No Brasil, um estudo do Ministério da Saúde mostrou que 13,7% dos brasileiros são fisicamente inativos, e que 63,3% passam mais de três horas por dia na frente do computador, televisão, tablet ou celular. Esses dados são de extrema importância para direcionar o planejamento dos profissionais envolvidos com atividade física.

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

Questão 3

A tecnologia está cada vez mais ligada à prática esportiva. As novas tecnologias não são utilizadas apenas em roupas, calçados e eletrodomésticos mas também fornecem dados importantes e seguros para a criação e o cruzamento de informações para a reprodução de estatísticas sobre esportes individuais ou coletivos.

Dessa forma, em qual situação a tecnologia não é utilizada no esporte? Assinale a alternativa correta:

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

Correto!

A inteligência artificial está inserida no âmbito esportivo, subsidiando as equipes técnicas com informações sobre o controle de carga no treinamento dos esportistas, além de permitir um treinamento ainda mais individualizado, possibilitando precisão no controle de carga. Com tamanho controle por meio de algoritmos de inteligência artificial, é possível prever quando o atleta está a ponto de sofrer uma lesão. Desse modo, eleva-se ao máximo a performance dele, podendo atingir os objetivos mais rapidamente.

Referências

BRASIL. Brasil 2018: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico: estimativas sobre frequência e distribuição sociodemográfica de fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal em 2018. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2019.

DANOVA, T. Just 3.3 million fitness trackers were sold in the US in the past year. Business Insider, 2014. Disponível em: https://bit.ly/3nSWhEe. Acesso em: 1º set. 2020.

DAVIES, C. A.; SPENCE, J. C.; VANDELANOTTE C.; CAPERCHIONE, C. M.; MUMMERY, W. K. Meta-analysis of internet-delivered interventions to increase physical activity levels. Int J Behav Nutr Phys Act., v. 9, n. 52-62, 2012.

GUTHOLD, R.; STEVENS, G. A.; RILEY, L. M.; BULL, F. C. Worldwide trends in insufficient physical activity from 2001 to 2016: a pooled analysis of 358 population-based surveys with 1· 9 million participants. The Lancet Global Health, v. 6, n. 10, p. e1077-e1086, 2018.

KANG, M.; MARSHALL, S. J.; BARREIRA, T. V.; LEE, J. O. Effect of pedometer-based physical activity interventions: a meta-analysis. Res Q Exerc Sport., v. 80, n. 3, p. 648-55, 2009.

LAMKIN, P. Wearable tech market to be worth $34 billion by 2020. Forbes, 2016. Disponível em: https://bit.ly/38FQc7x. Acesso em: 10 set. 2020.

MARQUES, R. F. R. Influência da tecnologia sobre a prática cotidiana de atividade física. In: VILARTA, R.; GUTIERREZ, G. L.; CARVALHO, T. H. P. F.; GONÇALVES, A. (Org.). Qualidade de vida e novas tecnologias. Campinas, SP: IPES Editorial, 2007. p. 139-148.

O’DEA, S. Number of smartphone users worldwide from 2014 to 2020 (in billions). Statista, 2020. Disponível em: https://bit.ly/37OZ0Jk. Acesso em: 10 set. 2020.

ROBERTS, L. M.; JAEGER, B. C.; BAPTISTA, L. C.; HARPER, S. A.; GARDNER, A. K.; JACKSON, E. A.; PEKMEZI, D.; SANDESARA, B.; MANINI, T. M.; ANTON, S. D.; BUFORD, T. W. Wearable Technology To Reduce Sedentary Behavior And CVD Risk In Older Adults: A Pilot Randomized Clinical Trial. Clin. Interv. Aging., v. 14, p. 1817, 2019.

SCHOEPPE, S.; ALLEY, S.; VAN LIPPEVELDE, W. Efficacy of interventions that use apps to improve diet, physical activity and sedentary behaviour: a systematic review. Int J Behav Nutr Phys Act., v. 13, n. 1, p. 127, 2016.

Bons estudos!

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