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Praticar para aprender
Nossa unidade de estudo tem como foco refletir sobre a formação de professores, porém, com ênfase à valorização profissional.
Desde o Plano Nacional de Educação até Políticas Públicas executadas por municípios, temos a prática docente como elemento central de muitas ações. Mesmo considerando a escola como um coletivo onde muitas ações são executadas, a essência da qualidade da educação recai sobre o que acontece na sala de aula e, assim, o professor fica sempre em evidência.
Como forma de alinhar esses procedimentos, temos algumas propostas que incluem o plano de carreira docente, as políticas de resultados, a avaliação do desempenho docente e até mesmo alguns subsídios que são utilizados pelas redes como forma de estimular essa formação, a partir da qual acredita-se que os resultados dos alunos são potencializados.
É por esses e outros motivos que o protagonismo do professor é essencial. É o professor que vivencia diariamente com suas turmas as demandas da profissão. Reconhece os desafios, planeja estratégias para superá-las e tem o processo educativo nas suas mãos.
Mas será que todos os profissionais da educação têm clareza dessa responsabilidade? Será que reconhecem a importância de investir em sua formação para que outros benefícios possam ser angariados?
São reflexões importantes para os futuros profissionais que devem perceber não só seus direitos, mas também todos os deveres que fazem parte de suas atribuições.
Você foi selecionado para uma entrevista, concorrendo à vaga de docente. Como etapa eliminatória, era necessário a organização de um portfólio com sua trajetória profissional e informações que trouxessem algum diferencial para a contratação.
Nesse momento, muitas dúvidas surgem e nem sempre conseguimos organizar as informações que realmente são essenciais.
Sendo assim, a proposta é que, a partir das ideias apresentadas nesta unidade e de tudo que compõe a formação do professor, inicial e continuada, você crie uma lista com tudo que colocaria em seu portifólio.
Veja alguns itens que você pode ampliar a partir dos nossos estudos.
- Formação inicial.
- Formação complementar.
- Proposta de trabalho (de que forma a prática articula-se com a BNCC).
- Imagens de trabalhos que tenha desenvolvido.
- Registro com a participação ativa em algum projeto.
Essas são apenas algumas ideias que podem compor seu portfólio e estão relacionadas com alguns aspectos que apresentamos em nossos estudos.
Vamos experimentar?
Para essa construção, sugerimos o uso de algum aplicativo ou recurso digital, como o “leitura interativa”, por exemplo, no qual você pode compor um livro e importar as informações em pdf. Isso demonstra a articulação com os impactos que as tecnologias de informação e comunicação trazem para os espaços escolares.
Percebeu o tamanho da responsabilidade que temos?
A avaliação docente não deve ser compreendida como um mecanismo de fiscalização e punição. Sempre pensamos na importância das intervenções para que os alunos possam avançar em suas construções. Isso também é importante para o desenvolvimento do professor. Pense que tudo que temos à nossa volta, a simples reprodução de práticas, culturalmente construídas, já não são mais, em alguns casos, suficiente para aprendizagens.
conceito-chave
PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E REMUNERAÇÃO DOCENTE
O Plano Nacional da Educação (PNE) estabelece, essencialmente, as metas que devem ser alcançadas pela educação em um intervalo decenal. A partir dessas metas e suas respectivas estratégias, temos todas as ações governamentais e escolares sendo planejadas e executadas.
Mesmo que algumas metas sofram mudança a cada reelaboração do PNE, os princípios fundamentais de sua organização continuam sendo pautados na universalização da educação fundamental e a erradicação do analfabetismo.
Estes princípios são compreendidos como essenciais para a melhoria da qualidade da educação.
Temos então (Figura 4.4):

O primeiro PNE foi elaborado em 2001 a partir da Lei nº 10.172, de 9 de janeiro.
Entre os principais objetivos, temos a elevação do nível de escolaridade da população e a melhoria da qualidade de ensino em todo país. Nessa elaboração, 295 metas foram estabelecidas e estas podiam ter seus desdobramentos no âmbito municipal e estadual como forma de aproximar-se das especificidades e necessidades locais.
Três eixos eram usados em sua organização:
- Educação como direito individual.
- Educação como fator de desenvolvimento econômico e social.
- Educação como meio de combate à pobreza.
De 2011 a 2014, não tínhamos um PNE aprovado. Mesmo com as discussões realizadas na Conferência Nacional de Educação (CONAE), em 2010, sinalizando a reformulação do PNE, não tivemos sua aprovação. A vigência que deveria então ser até 2020, retardou sua implantação que ocorreu apenas 3 anos depois.
Tivemos então, em 2014, o decênio 2014-2024 propondo novas metas e ampliando as discussões anteriores.
A Lei nº 13.005/2014 na qual o PNE foi instituído, traz a organização de seus tópicos incluindo diretrizes, monitoramento, avaliação, articulação do trabalho entre governos, entre outras questões que incluem ainda, a participação da sociedade.
São 20 metas e 253 estratégias sendo propostas e consideradas estruturantes para uma educação de qualidade.
Nesse momento, o foco dos estudos será a formação de professores, mais especificamente a análise do que o PNE traz sobre a remuneração docente.
Assimile
O plano decenal de educação para todos, também com prazo de 10 anos (1993-2003), foi definido durante a Conferência Mundial de Educação para Todos, ocorrida em 1990, na Tailândia.
Difere-se do PNE, esteja atento.
Embora o objetivo e a aceitação do governo federal tenham a melhoria da qualidade da educação como foco, os objetivos revelam uma preocupação mundial com a educação, um pacto firmado por todos os países, um compromisso com a educação.
As metas 15 a 18 são relacionadas à valorização dos profissionais da educação. Elas estão agrupadas nas diretrizes que levam o mesmo nome. Observe como estão distribuídas estas e as demais metas do PNE (Quadro 4.2).
| Metas estruturantes | Metas de redução das desigualdades e valorização da diversidade | Metas para valorização dos profissionais da educação | Metas para o Ensino Superior |
| 1 2 3 5 6 7 9 10 11 |
4 8 |
15 16 17 18 |
12 13 14 |
Agora que você já conheceu essa organização e a distribuição das metas, acompanhe no quadro 4.3 as metas que compõe nosso objeto de estudo.
| Meta | Descrição |
|---|---|
| Meta 15 | Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurado que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam. |
| Meta 16 | Formar, em nível de pós-graduação, 50% (cinquenta por cento) dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PNE, e garantir a todos(as) os(as) profissionais da educação básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino. |
| Meta 17 | Valorizar os(as) profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE. |
| Meta 18 | Assegurar, no prazo de 2 (dois) anos, a existência de planos de Carreira para os(as) profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino, e para o plano de Carreira dos(as) profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal. |
A meta 15 tem relação com as firmadas para garantir a formação de professores em nível superior, exigência que está presente desde a LDB.
Todas as metas e estratégias são acompanhadas por indicadores e índices, que, neste caso, refere-se ao indicador de adequação da formação docente da Educação Básica.
O que isso significa?
Que para avaliação do alcance ou não da meta, considera-se a formação dos professores nas mesmas disciplinas que lecionam, bacharelados e complementação pedagógica e, no caso da atuação na Educação Infantil, pedagogia.
Temos então, na meta 15 o indicador: “Proporção de docências com professores que possuem formação superior compatível com a área de conhecimento que lecionam” (PNE, 2014-2024).
A meta 16 tem como objetivo formar em nível de pós-graduação, os professores da Educação Básica e ofertar a formação continuada em sua área de atuação.
Nesse mesmo sentido, o indicador 16 é subdividido em 16A e 16B: “16A - Percentual de professores da educação básica com pós graduação lato sensu ou stricto sensu; 16B - Percentual de professores que realizaram cursos de formação continuada” (PNE, 2014-2024).
Toda proposta da meta 16 tem como foco a formação continuada e permanente do professor para que a qualidade se torne real e toda formação possa refletir em aprendizagens dos estudantes.
A meta 17 traz a valorização dos profissionais como eixo central do desenvolvimento educacional do país. Isso não significa que as demais metas não tenham essa intencionalidade, tendo em vista que, ao garantir a formação dos professores, essa questão aparece implícita.
Reconhecer essa necessidade traz a importância de pensar em carreiras, salários, condições de trabalho, entre outras questões que servem como guias/orientação para que estados e municípios possam organizar suas ações.
Assimile
Você já ouviu falar na formação em serviço?
Como forma de atender às metas do PNE e à Lei do Piso, que estabelece o piso salarial dos docentes, algumas redes de ensino organizam propostas de formação continuada dos professores. Aqueles que optam pela ampliação da jornada de trabalho se comprometem com o desenvolvimento dos cursos, postagens de atividades e demais ações propostas, recebendo um valor complementar ao salário pela formação.
Neste caso, se alguma atividade não for cumprida, ocorre o desconto das horas de formação que não foram realizadas.
Por fim, a meta 18 traz a proposta de implementação do piso salarial profissional nacional (PSPN), conquista instituída pela Lei nº 11.738 de 2008, também conhecida como Lei do Piso, que regulamenta o piso salarial nacional para os profissionais da educação pública.
Vale lembrar que algumas metas são integradas e que o acompanhamento é constante para que intervenções sejam planejadas e se concretizem de fato com a valorização profissional.
É por esse motivo que outras propostas precisam ser executadas, como o próprio plano de carreira que ainda será apresentado em nossos estudos.
POLÍTICA DE RESULTADOS E AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
A avaliação docente é uma forma de buscar, mais uma vez, a qualidade na educação.
Embora seja uma estratégia que divide opiniões, é uma forma de avaliar o desempenho dos professores e o impacto que as políticas públicas possuem na prática desses profissionais e consequentemente na aprendizagem de seus alunos.
Tendo instituído o plano de carreira, que apresentaremos a seguir, um fator determinante para esses profissionais é a política de resultados, que inclui avalições sistematizadas do desempenho dos alunos, da instituição, dos conhecimentos e das competências dos professores e do seu desempenho.
O procedimento objetiva a produção de indicadores individuais que possam medir qualitativamente esse profissional, articulando os resultados com as demais questões que norteiam as ações escolares.
A avaliação do desempenho docente deve ser compreendida como um instrumento de desenvolvimento profissional e fornecer a informação necessária para o que se pretende, no caso em discussão, dados que evidenciem o desempenho docente.
Pensar no desenvolvimento de competências inclui pensar na forma que esse profissional gerencia seu processo formativo, continuado e complementar à formação inicial.
A partir de pesquisas feitas pelo INEP/MEC, comparando propostas que foram implantadas em outros países, alguns fatores foram selecionados para que uma matriz de referência pudesse ser organizada.
Embora essa proposta tenha como objetivo inicial o uso para ingresso na carreira docente, ela indica características consideradas necessárias para que o profissional seja um bom professor.
Outros estudos mostram ainda a avaliação do desempenho docente como ferramenta de gestão.
O que isso representa? Representa a busca pela melhoria da prática pedagógica. Todos engajados para melhoria dos índices da educação do país.
Reflita
Alguns discursos sinalizam que apenas pela valorização do professor é que conseguiremos reverter os resultados do Brasil em PISA.
O que isso significa?
Os dados de PISA (Programa Internacional de Avaliação dos Alunos) referem-se a uma avaliação do desempenho escolar dos alunos. Ele representa um ranking da educação, comparando os resultados obtidos no mundo todo.
Segundo dados de 2019, o Brasil é o 57º país, estando muito abaixo da média dos demais.
Entre as intervenções necessárias para melhorar esses índices, está a valorização dos profissionais da educação.
A avalição do desempenho dos professores possibilita a produção de indicadores individuais correlacionados a outras propostas para que o desempenho do professor seja mensurado.
Não se esqueça de que todas as ações, investimentos e políticas públicas que vão desde as propostas pedagógicas até a remuneração e a avaliação desses profissionais têm como meta a melhoria da qualidade da educação.
Algumas redes, a partir do desempenho obtido no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que direta ou indiretamente também avalia o trabalho docente, oferecem uma gratificação aos professores. A nomenclatura varia de rede. Temos, por exemplo, o bônus e o 14º salários fazendo parte dessas propostas.
PLANO DE CARREIRA DOCENTE
De acordo com o Ministério da Educação, o plano de carreira docente tem como objetivo principal não apenas o aumento salarial progressivo, mas assim a proposta de organizar a vida funcional do professor – uma conquista que tem ainda outras garantias sendo consideradas.
Podemos citar como exemplos:
- Formação inicial e continuada.
- Processo de escolha para diretores de escola.
- Número máximo de alunos por sala.
- Sistema de avaliação.
- Progressão funcional.
De acordo com o MEC, o plano de carreira docente deve considerar em sua organização esses itens citados.
Acredita-se que com a organização do plano de carreira os profissionais sejam atraídos para o magistério, ofertando novas possibilidades aos estudantes.
Foco na BNCC
Muitos documentos normativos trazem a importância da formação de profissionais qualificados para atuarem no magistério. Entre eles, temos a BNC, formação que se alinha às demais ações já instituídas.
Suas propostas formativas objetivam aproximar os profissionais dos contextos e conceitos que precisam ser trabalhados com os alunos ao longo da Educação Básica. Se temos na BNCC a ideia de trabalhar com competências e habilidades, os professores são formados para potencializar esse trabalho e garantir as aprendizagens dos estudantes como direito.
Vale lembrar que plano de carreira comtempla o que temos proposta na meta 18 do PNE. Como objetivo temos:
Até 2016, criar planos de carreira para os professores da Educação Básica e Superior pública de todos os sistemas de ensino, usando como referência o piso salarial nacional profissional, definido na Constituição (Observatório do PNE, 2014-2024)
O mesmo documento estabelece como desafios a organização de planos que sejam atraentes e possibilitem ao professor planejar seu futuro, incluindo a busca pelo seu aperfeiçoamento.
Pensando na proposta do PNE para o plano de carreira, as estratégias para o alcance da meta incluem pensar em:
- 18.1 - Estabilidade
- 18.2 - Estágio probatório
- 18.3 - Concurso
- 18.4 - Qualificação profissional
- 18.5 - Censo
- 18.6 - Especificidades socioculturais
- 18.7 - Prioridade de repasses
- 18.8 - Comissões permanentes
Com estratégias estabelecidas, os sistemas e as redes de ensino mobilizam ações em busca do cumprimento da meta.
O DOCENTE COMO PROTAGONISTA NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS
A identidade docente constitui-se a partir de uma construção que é histórica. Além disso, propostas político-educacionais foram progressivamente interferindo nessas construções e, dessa forma, o papel desse profissional foi sendo cada vez mais fortalecido.
Quando falamos do protagonismo docente nas Políticas Públicas, estamos nos referindo à possibilidade de discutir propostas, efetivando as necessidades da classe docente.
Nada mais adequado do que as pessoas que vivenciam o processo diariamente para favorecer a efetividade das propostas.
Exemplificando
Da mesma forma que temos diversos estudos que reforçam a importância do protagonismo dos alunos para a construção de aprendizagens, temos o protagonismo do professor igualmente importante.
O professor reflete constantemente sobre tudo que está a sua volta, age, interage, ensina e também aprende em um processo construtivo, que rompe com todos os paradigmas transmissivos e reprodutivistas.
Pensar no professor como protagonistas dessas construções é olhar para quem de fato vive diariamente a educação. O mesmo deve ser pensado para o professor cuja função é uma construção social e histórica que influencia muitas propostas políticas educacionais que não devem ser pensadas apenas como medida paliativa e sim como efetivas possibilidades de mudança.
Uma política pública que beneficie a atuação do professor como protagonista deve possibilitar que ele tenha voz e vez. Além disso, para ser eficaz, deve trazer para a discussões problemas reais e soluções que possam contemplar todos, afinal estamos falando de uma escola pública de qualidade. Essa capacidade protagonista é adquirida no decorrer do exercício da profissão. Busca-se, assim, a reflexão constante sobre a prática, ressignificando suas ações para além da sala de aula. A vontade de agir, de construir, de fazer diferente, de buscar recursos e informações que possam contribuir com as aprendizagens dos educandos também faz parte desse protagonismo e da postura ativa que se espera dos profissionais da educação.
Tudo que apresentamos até aqui demonstra a importância da formação docente e, ao mesmo tempo, o quanto buscar o aprofundamento de suas ações os valoriza profissionalmente. No professor temos muitos holofotes e a esperança para mudar a qualidade educacional do nosso país. É necessário pensar e se posicionar diante de tudo isso, reconhecendo seu valor e, além disso, compreendendo a importância de agir ativamente para angariar direitos e cumprir com maestria seus deveres, sendo gestor de sua formação.
Faça valer a pena
Questão 1
As propostas de valorização dos profissionais da educação têm como foco principal a melhoria da qualidade da educação em todo território nacional. Sendo assim, ações articuladas precisam ser propostas considerando espaços, tempos, equipe, desempenho dos alunos, formação de professores, entre outras questões.
Diante do exposto, podemos afirmar que:
Correto!
A formação de professores, seja inicial ou continuada, interfere em todas as ações escolares e, dessa forma, o desempenho de alunos, a organização do espaço e a iniciativa para novas proposições então incluídos nessa reflexão. O professor que tem contato com metodologias ativas, por exemplo, traz as propostas para inovar os espaços escolares.
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Questão 2
O PNE, nas suas metas 15, 16, 17 e 18, trata da valorização dos profissionais da educação. Entre as metas, temos a necessidade de instituir plano de carreira, melhoria das condições de trabalho e garantir a formação dos profissionais da educação. A partir do exposto, analise as sentenças a seguir:
- As metas estão articuladas a estratégias que são organizadas por estados e municípios.
- As metas e estratégias, mesmo as que se referem à valorização dos profissionais da educação, têm como foco a melhoria da qualidade da educação.
- Quando se fala em plano de carreira temos apenas a questão salarial sendo discutida para motivar os profissionais da educação.
Estão corretas:
Correto!
A sentença I e II estão corretas. A sentença III está incorreta tendo em vista que o plano de carreira não trata apenas das questões salariais. Ele também é uma forma de organizar a vida funcional do professor, auxiliando no planejamento de sua vida profissional e pessoal.
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Questão 3
Analise a seguinte situação:
Em uma escola, durante a reunião pedagógica, uma professora apresentou aos colegas um folder com cursos de formação gratuitos. Além disso, levou aos colegas a importância da participação em um GT (Grupo de trabalho) que discutiria o plano de carreira do município.
Alguns professores concordaram, mas outros acharam desnecessário o envolvimento.
Pelo exposto, podemos afirmar que:
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Correto!
O professor, como protagonista das ações escolares, participando ativamente das políticas públicas e tantas outras ações, pode e deve compartilhar as informações com seus colegas. São escolhas que, sendo pensadas coletivamente, potencializam ainda mais as aprendizagens dos alunos e a evolução profissional do docente.
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Referências
BRASIL. 2015. Plano Nacional de Educação (2014-2024). Disponível em: https://bit.ly/3ah6WnY. Acesso em: 25 nov. 2020.
OBSERVATÓRIO DO PNE. Plano de Carreira Docente. Disponível em https://bit.ly/2Z8HXN6. Acesso em: 25 nov. 2020.



