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Praticar para aprender
Olá, estudante! Nesta seção, vamos apresentar os elementos mais essenciais que envolvem os componentes da aptidão física frente às habilidades motoras relacionadas ao desempenho esportivo. Neste caso, embora os componentes da aptidão física voltada à saúde exerçam um papel fundamental no contexto esportivo, os componentes de agilidade, velocidade, potência, tempo de reação, equilíbrio e coordenação são de grande importância, pois são habilidades motoras que, frequentemente, são aprimoradas no processo de treinamento nas diferentes modalidades esportivas, sejam elas coletivas, sejam individuais (SHUBERT et al., 2016). Além disso, tais componentes permitem ser testados e avaliados para fins de análise esportiva, mas também podem interagir em contextos voltados á saúde, como é o caso do equilíbrio e do tempo de reação, pois são componentes que refletem o grau de integridade de funcionamento do sistema neuromuscular, exercendo papel fundamental na capacidade funcional de pessoas idosas.
Caro estudante, vamos continuar com as questões pertinentes à realidade profissional de José, um jovem e recém-profissional de Educação Física que foi contratado para desenvolver atividades físicas em uma empresa de coleta de lixo. Você já sabe que a empresa de atuação e intervenção de José apresenta uma quantidade significativa de colaboradores (aproximadamente 100 pessoas) e que ela permitiu, em 5 dias da semana, para todos os setores, que José desenvolva diferentes estratégias de atividades físicas com os colaboradores em diferentes horários do dia, durante 20 minutos.
José, então, realizou ações específicas voltadas aos grupos de colaboradores do setor de coleta de lixo, de motoristas de caminhão e do setor administrativo, em especial com o grupo de motoristas de caminhão, que apresenta potenciais riscos à jornada de trabalho aliada a baixos níveis de atividades físicas, sejam elas no lar, sejam de lazer ou de deslocamento.
Agora, após 1 ano de trabalho nessa empresa cujos colaboradores têm aderido às atividades físicas programadas por José, um grupo de trabalhadores solicitou a ele algumas atividades de treinamento físico que pudessem ajudá-los em um evento esportivo amador da cidade que ocorrerá no prazo de 3 meses. Esse evento se caracteriza em um torneio de atletismo em que são realizadas várias modalidades, tais como arremesso/lançamentos, corridas de velocidade, meio fundo, fundo, com barreiras, de revezamento e de resistência, além de saltos triplos a distância e em altura. Diante disso, como José pode ajudar os colaboradores dentro desse contexto? Quais ações podem agregar ao que foi previamente planejado por José?
Vamos sabe mais sobre esse tema agora.
conceito-chave
Como apresentado nas seções anteriores, a aptidão física se mostra importante, principalmente ao se relacionar com a saúde, tendo em vista inúmeros estudos que demostram uma relação inversa entre o nível de aptidão física e o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Adicionalmente, a aptidão física se mostra um importante componente biodinâmico entre os aspectos que envolvem a atividade física e a saúde. Mas devemos ter clara a ideia de que saúde é elemento de grande complexidade e que outros fatores interagem nessa questão. Contudo, há elementos da aptidão física que se relacionam ao universo esportivo, pois se ligam ao desempenho. Assim, observe a Figura 1.4 e tente listar quais componentes estão mais presentes nas imagens que ilustram um padrão de movimento que requer capacidade, em alto nível de exigência, e complexidade dos componentes da aptidão física voltada ao desempenho esportivo.

De forma mais ampla, no que diz respeito aos seus componentes e atributos, a aptidão física voltada ao mundo dos esportes se mostra uma área de grande valia no contexto do desempenho/rendimento humano, à qual inúmeras pesquisas têm sido direcionadas, a fim de se esclarecer o desenvolvimento de protocolos e testes que avaliem os fatores inerentes às capacidade físicas e biomotoras, sejam aquelas que também se relacionam com a saúde (flexibilidade, força/resistência muscular e aptidão cardiorrespiratória), sejam aquelas que são diretamente associadas ao contexto esportivo (agilidade, velocidade, potência, equilíbrio, coordenação e tempo de reação). Sendo assim, vamos, nesta seção, apresentar as principais questões que estão envolvidas aos componentes da aptidão física voltada ao desempenho esportivo.
Reflita
Diante dos inúmeros fatores relacionados à aptidão física voltada às habilidades motoras para o desempenho esportivo, quais componentes se apresentam com maior aplicabilidade e facilidade no contexto esportivo para a fase de iniciação esportiva? Os componentes de aptidão física relacionados ao desempenho esportivo podem ser utilizados para detecção de talentos esportivos? É importante que o profissional de Educação Física saiba diferenciar o que é detecção de talento esportivo de promoção de talento esportivo.
Aptidão física para o rendimento: agilidade e velocidade
Para grande parte dos esportes, principalmente esportes coletivos de invasão, as ações de jogo efetuadas com agilidade e velocidade favorecem o desempenho de ações decisivas a favor de sua equipe, como a transição entre defesa e ataque em um jogo de basquetebol, futebol ou futsal, handebol, rugby, futebol americano, entre outros. Ademais, a agilidade e a velocidade também se mostram importantes em vários esportes individuais. Embora a agilidade e a velocidade possam ser consideradas importantes capacidades físicas e biomotoras exigidas no contexto esportivo, podendo ser estudada pelas técnicas e pelos métodos fisiológicos e biomecânicos, fatores cognitivos também estão relacionados às ações de agilidade e velocidade (DAWES, ROOZEN, 2015).
A agilidade consiste em desempenhar, com velocidade e rapidez, uma mudança de direção. Em um contexto esportivo, a capacidade de realizar a mudança de direção, com alto grau de agilidade, pode representar o sucesso ou o fracasso em determinadas situações no esporte. Essa mudança de direção pode ocorrer de várias formas, como em linha reta, em curva ou em zigue-zague. Os testes que envolvem a avaliação da agilidade têm sido realizados e desenvolvidos com diferentes graus de mudança de direção (ex.: de 20° a 180°). A agilidade é uma capacidade que pode ser melhor compreendida mediante dois fatores, como: a rapidez da mudança de direção e os fatores perceptuais e de tomada de decisão (YOUNG; JAMES; MONTGOMERY, 2002), como vemos na Figura 1.5.

Em muitos esportes, a agilidade é importante, pois o ato de se mover com velocidade e rapidez acontece em espaços curtos, como em distâncias de até 30 metros, aproximadamente, que são consideradas sprints de aceleração. A agilidade é uma capacidade física de grande complexidade e importância para o esporte, logo, o treinamento esportivo para desenvolvimento da agilidade deve considerar vários elementos dos diferentes componentes que se relacionam com a agilidade, conforme demostrado na Figura 1.5.
A velocidade é uma capacidade física que também se relaciona com os componentes da agilidade, mas que pode ser observada em diferentes contextos no esporte, como uma corrida de 100 metros rasos no atletismo ou em uma partida de tênis. A manifestação da velocidade, principalmente desempenhada em linha reta, é muito observada durante sessões de treinamento para o seu desenvolvimento, mas também em procedimentos de testes, a fim de se avaliar essa capacidade. Fatores que combinam com frequência/número de passadas por unidade de tempo e comprimento de passadas são essenciais para se determinar a velocidade em linha reta. Nesse sentido, o desenvolvimento da velocidade pode ser possível ao se considerar exercícios técnicos que otimizem a frequência e o comprimento de passada de forma rápida (DAWES, ROOZEN, 2015).
Tanto para esforços que demandam agilidade quanto velocidade, há uma grande relação entre a capacidade de potência muscular e a tarefa envolvida de deslocar o corpo em diferentes situações esportivas. A potência muscular, definida como a taxa de trabalho realizado por unidade de tempo, é resultante das variáveis força (força = massa x aceleração, como apresentado na seção anterior) e velocidade (distância ÷ tempo).
Assim, a potência pode ser calculada mediante a seguinte equação:
(1.1)
Por sua vez, o trabalho pode ser acessado mediante a equação 1.2:
(1.2)
Com isso, a potência também poderá ser calculada pela equação 1.3.
(1.3)
Nesse sentido, quanto à importância da potência e da relação força-velocidade no contexto esportivo a serem desempenhadas com grande qualidade e capacidade, chamamos a atenção para a seguinte afirmação apresentada por Dawes e Roozen (2015):
A relação força-velocidade de uma ação muscular mostra que, conforme a velocidade do movimento aumenta, a força do músculo diminui. É evidente que esse fenômeno não traz vantagens para o atleta em modalidades que requeiram alta força e alta velocidade. Exemplos desses movimentos incluem aceleração, parada e mudanças de direção. Para treinar esse tipo de movimento, os atletas deveriam se concentrar no aprimoramento de sua capacidade de aplicar altos níveis de força em alta velocidade. Esse procedimento, por sua vez, maximizaria a potência.
Dentro dessa ideia, tem crescido a inclusão de formas de se controlar a carga de treinamento baseada na velocidade de execução, a fim de se exercer grande nível de potência muscular em concomitante redução de fadiga (comum em treinos baseados em carga ou percentual da carga máxima), evitando-se cargas excessivas e que possam expor o atleta a maiores chances de lesões (LOTURCO et al., 2015; BANYARD et al., 2019).
Contudo, para fins de testes e avaliação da capacidade de potência muscular, os testes de salto horizontal parado, salto vertical e arremesso de medicine-ball têm sido muito utilizados, pois são fáceis de aplicar, têm baixo custo e se apresentam com alto índice de validade, fidedignidade e objetividade.
Aptidão física para o rendimento: tempo de reação
Outros elementos interagem com a manifestação da velocidade, por exemplo: o tempo de reação, que resulta de um processo de informação por meio de estímulos e sistemas de informação, como o visual, auditivo e somatossensorial (DAWES, ROOZEN, 2015), que serão processados no sistema nervoso, interagindo com os sistemas musculares e esquelético para promover o movimento de deslocamento com rapidez. Logo, para se mover com velocidade, no contexto esportivo, um atleta depende do estímulo, que, por sua vez, será processado de forma específica, que resultará em um padrão de resposta. Tal estímulo pode ser classificado como um estímulo do ambiente, que apresenta um tempo de reação aproximado de 180 a 200 milissegundos, que é maior do que o tempo para responder a um estímulo auditivo, que tem um tempo de reação aproximado de 140 a 160 milissegundos, que é maior do que o tempo de reação de estímulos cinestésicos, com aproximadamente 120 a 140 milissegundos (DAWES, ROOZEN, 2015).
Assimile
De acordo com os diferentes tipos de estímulos e seus respectivos tempos de reação aproximados, você conseguiria apontar um(alguns) esporte(s) que ofereça(m) todas as possibilidades de estímulo, seja do ambiente, seja auditivo ou cinestésico?
A resposta gerada mediante os diferentes estímulos (no ambiente do esporte) oferecerá informações necessárias para que o corpo responda com um padrão de movimento, em velocidade, para obter vantagem em seu oponente, que está relacionada à tomada de decisão. Assim, a velocidade também se relaciona com a tomada de decisão (DAWES, ROOZEN, 2015). Tais elementos estão relacionados ao tempo de reação. Assim, a agilidade e a velocidade no esporte também se mostram influenciadas pelo tempo de reação manifestado nos mais diferentes contextos esportivos e nos testes que envolvem a avaliação desses três fatores interligados, como agilidade, velocidade e tempo de reação.
Além de desenvolver a agilidade, a velocidade e o tempo de reação durante o processo de treinamento esportivo, seja nas etapas de formação ou de treinamento especializado, o processo que envolve a aplicação de testes e a avaliação da agilidade e velocidade é importante para predizer o desempenho esportivo, a comparação de nível atlético, a identificação de pontos positivos e negativos, o aprimoramento de projeção de metas, entre outros. Para isso, o profissional de Educação Física deverá considerar diversos fatores que envolvem a seleção de testes para avaliar agilidade e velocidade, como valores e indicadores de validade (refere ao grau que um teste/protocolo possibilita avaliar, o que pretende ou para que foi criado), fidedignidade (reprodutibilidade e a consistência de um determinado teste) e objetividade (fatores como experiência dos avaliadores, baixo erro de interavalidadores e padronização dos testes). Além disso, outros fatores merecem a atenção na aplicação de testes e protocolos para avaliação da agilidade e velocidade, como ter uma preocupação e atenção especiais quanto aos equipamentos necessários para aplicação dos testes, bem como um ambiente que ofereça segurança na realização de esforços máximos.
Aptidão física para o rendimento: equilíbrio
Embora a capacidade de equilíbrio (observada como varável neuromuscular) tenha sido associada às habilidades motoras associadas ao desempenho esportivo (BÖHME, 2003), pesquisas mais recentes têm identificado a sua importância no contexto da saúde, principalmente quando analisada em pessoas com mais idade, ao se estudar a capacidade funcional (COLVARA, et al., 2008). Nesse caso, a habilidade motora do equilíbrio na população idosa se mostra importante, sobretudo pela relação inversa com a incidência de quedas. Dessa forma, o ambiente e o tipo de população podem indicar se o equilíbrio deve ser direcionado como componente da aptidão física relacionada às habilidades motoras para o esporte ou para à saúde.
No contexto esportivo, o equilíbrio apresenta grande interação com os diversos e complexos elementos que envolvem a coordenação motora, seja no seu desenvolvimento durante o processo de treinamento, seja nos testes/protocolos aplicados para se avaliar o equilíbrio manifestado de forma estática ou dinâmica.
Aptidão física para o rendimento: coordenação
A coordenação motora se mostra um componente de grande importância da aptidão física relacionada às habilidades motoras no contexto esportivo, porém de grande complexidade, tendo em vista os inúmeros modelos teóricos que envolvem esse tema (GRECO; SILVA, 2013).
A coordenação motora é uma variável que interage com outras, como força, agilidade, velocidade e flexibilidade. O movimento com grande coordenação motora se mostra mais eficiente e, muitas vezes, gera um menor gasto de energia, exercendo papel importante na sua regulação e condução (GRECO; SILVA, 2013). Nesse caso, a coordenação motora pode ser acessada mediante situações de realização de padrões de movimento ou por meio de testes específicos (como o teste KTK por ações de movimentos que envolvem: equilibrar andando de costas, saltitar com uma perna, saltos laterais e transposição lateral), podendo-se avaliar e diferenciar os diferentes níveis de treinabilidade sobre o componente de coordenação motora.
No processo de treinamento no esporte, a coordenação motora volta-se sempre a questões de percepção do corpo em movimento diante das informações fornecidas pelo ambiente esportivo, impactando diretamente no seu desempenho (GRECO; SILVA, 2013).
Exemplificando
A relação entre o tempo de reação e o desempenho de velocidade em uma prova de 100 m é importante, mas nem sempre determinante. Como exemplo, o vencedor da prova, o atleta Usain Bolt, foi o 7° na ordem do tempo de reação. Nesse sentido, para melhor avaliar a velocidade em situações de testes, uma boa estratégia é desconsiderar o tempo de reação nos procedimentos de testes de velocidade.
| Posição | Atleta | País | Marca | Tempo de reação |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Usain BOLT | JAM |
9.81 |
0.155 |
| 2 | Justin GATLIN | USA |
9.89 | 0.152 |
| 3 | Andre DE GRASSE | CAN |
9.91 | 0.141 |
| 4 | Yohan BLAKE | JAM |
9.93 | 0.145 |
| 5 | Akani SIMBINE | RSA |
9.94 | 0.128 |
| 6 | Ben Youssef MEITÉ | CIV |
9.96 | 0.156 |
| 7 | Jimmy VICAUT | FRA |
10.04 | 0.140 |
| 8 | Trayvon BROMELL | USA |
10.06 | 0.135 |
O desenvolvimento dos componentes da aptidão física voltada ao desempenho esportivo deve ser considerado no planejamento que envolve as etapas de treinamento e avaliação, pois as informações a respeito disso proporcionarão ao profissional de Educação Física tomar a melhor decisão sobre métodos de treinamento e nos diferentes processos que envolvem a intervenção profissional diante do universo esportivo. Mas devemos deixar claro que o processo de treinamento esportivo não deve ser pensado somente no desenvolvimento das habilidades motoras ou dos componentes da aptidão física, pois o esporte ganha uma amplitude muito maior para o ser humano. Assim, a aptidão física voltada ao desempenho esportivo é somente uma peça de um quebra-cabeça complexo, que o profissional terá de montar no seu dia a dia durante sua intervenção.
Faça valer a pena
Questão 1
Em muitas modalidades esportivas, mover o corpo em velocidade com mudança de direção é um componente biomotor ou uma capacidade física de grande importância, decidindo, muitas vezes, a condição de vencedor.
Assim, qual componente da aptidão física voltada ao desempenho esportivo está relacionada com as informações acima?
Assinale a alternativa correta.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Correto!
A agilidade é um componente da aptidão física voltada ao desempenho que representa mover o corpo em velocidade com mudança de direção.
Tente novamente...
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Tente novamente...
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Questão 2
O deslocamento do corpo com rapidez em linha reta após a resposta com um padrão de movimento mediante informações sensoriais captadas por estímulos está associado a quais componentes da aptidão física relacionada ao desempenho esportivo, respectivamente?
Nesse sentido, analise as informações a seguir e considere aquelas que estão relacionadas ao contexto mencionado na questão, em sua essência.
I. Velocidade.
II. Tempo de reação.
III. Coordenação motora.
IV. Equilíbrio.
Considerando o contexto apresentado, é correto APENAS o que se afirma em:
Correto!
Velocidade e tempo de reação estão associados ao ato de deslocar o corpo com rapidez em linha reta e à resposta com um padrão de movimento mediante informações sensoriais captadas por estímulos, respectivamente.
Tente novamente...
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Questão 3
Em várias modalidades esportivas, o tempo de reação pode se manifestar de diferentes formas, como para atletas de corrida de velocidade, que iniciam a largada após ouvir o tiro de partida; um goleiro ou goleira de futebol, que, pela informação visual, deve escolher o lado que vai tentar realizar a defesa de uma cobrança de pênalti; ou para um boxeador ou boxeadora, que deverá realizar o movimento de esquivar diante da ação de golpe de seu oponente.
Assim, analise as seguintes asserções.
I. O tempo de resposta em mover o corpo de acordo com um estímulo pode ser ligeiramente diferente de acordo com o tipo de estímulo gerado.
PORQUE
II. A informação processada será específica ao tipo de estímulo, que pode ser do ambiente, com um tempo de reação aproximado de 180 a 200 milissegundos; ao estímulo auditivo, com um tempo de reação aproximado de 140 a 160 milissegundos; e por estímulos cinestésicos, com aproximadamente 120 a 140 milissegundos de tempo de reação.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
Correto!
Ambas as asserções são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa da I.
Tente novamente...
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Referências
BANYARD, H. G. et al. Comparison of the effects of velocity-based training methods and traditional 1RM-percent-based training prescription on acute kinetic and kinematic variables. International Journal of Sports Physiology and Performance, [S.l.], v. 1, n. 14, p. 246-255, 2019.
BÖHME, M. T. S. Relações entre aptidão física, esporte e treinamento esportivo. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, [S.l.], v. 11, n. 3, p. 97-104, 2003.
COLVARA, D. et al. Relação entre a aptidão física e o equilíbrio com a capacidade funcional em um grupo de idosas. Revista de Iniciação Científica da ULBRA, Canoas, v. 7, n. 7, p. 134-141, 2008.
DAWES, J.; ROOZEN, M. (ed.). Desenvolvendo agilidade e velocidade. Barueri: Manole, 2015.
GRECO, P. J.; SILVA, S. A. O treinamento da coordenação motora. In. SAMULSKI, D. M.; MENZEL, H. J.; PRADO, L. S. Treinamento esportivo. Barueri: Editora Manole, 2013.
LOTURCO, I. et al. Training for power and speed: effects of increasing or decreasing jump squat velocity in elite young soccer players. Journal of Strength and Conditioning and Research, [S.l.], v. 29, n. 10, p. 2771–2779, 2015.
SCHUBERT, A. et al. Aptidão física relacionada à prática esportiva em crianças e adolescentes. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, [S.l.], v. 22, n. 2, p.142-146, 2016.
YOUNG, W. B.; JAMES, R.; MONTGOMERY, I. Is muscle power related to running speed with changes of direction? Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, [S.l.], v. 42, n. 3, 282-188, 2002.




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