Comentários
Fonte: Shutterstock.
Deseja ouvir este material?
Áudio disponível no material digital.
Caro estudante, seja bem-vindo a esta unidade do livro Bases da Atividade Física e Saúde. Abordaremos aspectos relacionados aos programas de promoção da atividade física, à promoção da saúde nas diversas áreas de atuação e ao profissional de Educação Física enquanto promotor da saúde. Além disso, você compreenderá as diversas possibilidades que o profissional de Educação Física tem de promover a saúde por meio de programas de atividade física em diversos contextos.
Na primeira seção, você conhecerá diferentes possibilidades de programas que promovem a atividade física em diferentes contextos e compreenderá as características do comportamento sedentário e do sedentarismo endêmico, assim como as divergências terminológicas a respeito desse termo.
A segunda seção mostrará as possibilidades de promoção da saúde por meio da intervenção profissional em diferentes áreas, como esporte, cultura, lazer, educação e ciência. Todas essas áreas apresentam possibilidades de intervenção profissional para o profissional de Educação Física.
Por fim, a terceira seção desta unidade abordará o profissional de Educação Física como promotor da saúde que intervém na prevenção de doenças e produz e dissemina conhecimentos científicos que suportam e incentivam às práticas saudáveis e o estilo de vida ativo. Desde a criação do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), em 2008, profissionais de Educação Física passaram a integrar equipes multiprofissionais de Atenção Primária á Saúde (APS), um grande avanço para nossa área e para a saúde pública.
Caro estudante, nesta seção, trataremos de aspectos relacionados ao sedentarismo, ao sedentarismo endêmico e aos programas de promoção da atividade física desenvolvidos em diferentes contextos. Em um primeiro momento, devemos entender o que é sedentarismo e quais as suas características, de forma a tornar possível estabelecer atitudes eficientes em seu combate. Nosso segundo passo será conhecer as possibilidades de programas de promoção da atividade física em diferentes contextos, sendo esse um ponto relevante para a compreensão das possibilidades que o mercado de trabalho apresenta aos profissionais de Educação Física. Diante das informações apresentadas, você poderá estabelecer uma reflexão a respeito das competências, dos conhecimentos e das habilidades que deverá desenvolver para atuar nessa área.
Nosso contexto de aprendizagem está relacionado a uma das grandes possibilidades de intervenção do profissional de Educação Física: a promoção da saúde. Pedro é um profissional com grande conhecimento acadêmico, científico e prático no assunto, é coordenador de um projeto municipal de atividade física na promoção da saúde e sua atuação prática possibilita a prescrição, a orientação e o acompanhamento de exercícios para uma grande população, com resultados notórios para a saúde pública de seu município. O bom trabalho desenvolvido resultou em novas possibilidades profissionais, e Pedro é constantemente solicitado a proferir palestras sobre o desenvolvimento de programas de atividades físicas para a promoção da saúde. O Secretário da Saúde do município vizinho, ao saber do grande impacto social e de saúde gerado pelo projeto coordenado por Pedro, convidou-o a realizar uma palestra sobre o desenvolvimento desse tipo de projeto para um seleto grupo de pessoas, entre elas, autoridades do município e grandes empresários. Lisonjeado com o convite, aceitou prontamente, no entanto, Pedro precisa organizar os conteúdos de sua palestra de forma que fiquem claros os motivos pelos quais a atividade física pode contribuir para a saúde, as diferentes possibilidades de realização de programas de atividade física e o papel fundamental do profissional de Educação Física nesse processo. Diante disso, vamos ajudar o Pedro?
Para que a palestra apresente uma sequência lógica e possibilite o posicionamento dos ouvintes quanto ao assunto, Pedro decide iniciar sua fala abordando um dos principais fatores para o desenvolvimento de doenças não transmissíveis: o sedentarismo e a promoção de programas de atividades físicas como possível solução. Dessa forma, como é possível entender o sedentarismo endêmico? Como são desenvolvidos programas de atividades físicas em diferentes contextos: público, particular e escolar?
As informações disponibilizadas nesta seção devem ser relacionadas com os demais conhecimentos que você vem adquirindo ao longo de sua formação, a fim de que entenda as suas possibilidades de intervenção profissional.
Estabelecer um consenso do que pode ser considerado sedentarismo não é uma tarefa fácil, apesar de ser um termo bastante comum em nosso cotidiano. A utilização inadequada de terminologias no que se refere ao nível de atividade física pode causar interpretações errôneas, levando tanto a população quanto os profissionais da área da saúde, especialmente Educação Física, a não entenderem o comportamento que deve ser evitado. Por isso, faz-se necessária a compreensão do que vem a ser um comportamento sedentário para que, assim, seja possível evitá-lo.
Para estabelecer um posicionamento mais claro a respeito de diferentes termos relacionados aos níveis de atividade física, a Figura 3.1 apresenta características e referenciais de equivalentes metabólicos específicos para cada termo.

O Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACMS), assim como a Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2010, consideram insuficientemente ativos indivíduos de 18 a 65 anos que realizam menos de 150 minutos por semana de atividades físicas em intensidade moderada ou 75 minutos por semana de atividade física em intensidade vigorosa ou qualquer combinação equivalente. Contudo, mais recentemente, a OMS (2020) lançou uma nova recomendação de critérios para atividade física e comportamento sedentário, que mantem a faixa mínima de 150 minutos por semana, mas estabelece que benefícios adicionais poderiam ser atingidos quando os valores ficam próximos dos 300 minutos por semana para indivíduos fisicamente ativos, conforme apresentado na Unidade 1 Seção 1 do livro. Por vezes, essa referência é utilizada para classificar indivíduos como sedentários e não como insuficientemente ativos, gerando um problema de terminologia e interpretação.
Para tornar mais prática essa relação, podemos adotar a variável equivalente metabólico (MET) para diferenciar o comportamento sedentário do insuficientemente ativo, assumindo que o indivíduo sedentário apresenta nível de atividade física igual ou inferior ao insuficientemente ativo e que, para as atividades que realiza, o coeficiente metabólico é inferior a 1,5 METs.
Ao nos depararmos com o conceito de sedentarismo endêmico, precisamos identificar o significado da palavra endêmico, que se refere à endemia, que, segundo o Dicionário Oxford Languages, significa doença infecciosa que se dá habitualmente e com incidência significativa em determinada população e/ou região (2020).
Nesse sentido, sedentarismo endêmico pode ser considerado um comportamento relativo a uma região ou população específica, nesse caso, o Brasil.
O Periódico The Lancet publicou um estudo, em 2018, divulgando informações coletados ao longo de 15 anos, posicionando o Brasil como o país mais sedentário da América Latina e um dos países com maior nível de sedentarismo do mundo. Os dados desse estudo apontam que 47% da população adulta brasileira não atende às recomendações da OMS e ACSM para o nível de atividade física (GUTHOLD et al., 2018).
As possibilidades de realização de atividade física são muitas: esportes, práticas de lazer, exercícios sistematizados, aulas de educação física, entre outras. Muitas dessas atividades podem ser realizadas com baixo custo e infraestrutura, tornando mais viável sua realização. Contudo, qual o motivo para tantos brasileiros apresentarem níveis tão baixos de atividade física?
O comportamento sedentário ou sedentarismo pode ser considerado um problema de saúde pública. O baixo nível de atividade física ou falta de atividade física regular apresenta forte relação com o desenvolvimento de algumas doenças, como diabetes mellitus tipo 2, obesidade e doença cardiovascular, podendo levar à morte (HALLAL et al., 2012). Informações como essa são bastante claras e de grande domínio público, contudo, aparentemente insuficientes para promover uma mudança comportamental em grande parte da população.
Uma vez que o sedentarismo é considerado um problema de saúde pública, torna-se fundamental a criação de políticas públicas que possibilitem o desenvolvimento de programas de incentivo à prática da atividade física e viabilizem o acesso a essa prática para toda população. Um passo fundamental nesse sentido foi dado com a aprovação da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS), em 2006, junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo a atividade física como fator de promoção da saúde.
Segundo Malta et al. (2014), alguns programas governamentais se destacam, como:
O desenvolvimento de programas públicos direcionados ao incentivo do estilo de vida ativo como fator relacionado à saúde e à qualidade de vida não é uma exclusividade do governo federal. Muitos municípios desenvolvem projetos de grande relevância, integrando secretarias e formando uma rede de colaboradores para que sua execução seja possível. Como exemplo de iniciativa municipal, podemos mencionar o programa CuritibAtiva, que iniciou suas atividades em 1998, promovendo a orientação e a educação do cidadão curitibano sobre a importância da prática regular de atividade física para a saúde e melhoria da qualidade de vida.
O desenvolvimento de projetos dessa natureza demanda grande planejamento e estruturação. Para que você possa compreender melhor as variáveis envolvidas em programas públicos de promoção de atividade física, utilizaremos o modelo lógico do programa CuritibAtiva (Figura 3.2).
O desenvolvimento de programas públicos de incentivo à saúde tem apresentado um avanço inegável, contudo, o pequeno engajamento pode estar relacionado ao desconhecimento dos programas por parte da população ou, ainda, ao baixo interesse pelas atividades ofertadas.
Para saber mais sobre esse assunto, leia: Acesso aos programas públicos de atividade física no Brasil: Pesquisa Nacional de Saúde, 2013 cujo link de acesso está no box de referências.

Quando o assunto está relacionado a programas particulares de promoção da atividade física, é impossível não falar de academias. Segundo o Sebrae (2017), o Brasil é considerado o segundo país com maior número de academias no mundo e o primeiro na América Latina com 31.809 unidades. Em primeiro lugar nesse ranking estão os Estados Unidos, com 36.180 academias.
Atualmente, as academias e os serviços relacionados ao setor fitness representam uma grande possibilidade de mercado de trabalho para profissionais de Educação Física habilitados para trabalhar nesse setor. O Sebrae aponta que entre 2009 e 2016, o mercado de academias cresceu 127% no país, enquanto o crescimento mundial foi de aproximadamente 50% para o mesmo período. Diante desse contexto, é possível estabelecer uma relação com a importância desse setor para a promoção da atividade física e o combate ao sedentarismo.

Outros serviços que ganham destaque no mercado nacional são as assessorias esportivas, especialmente as direcionadas à corrida de rua. Benetti et al. (2018) apontam um crescimento constante e uma grande diversificação na prestação de serviço das assessorias de corrida de rua. As assessorias esportivas não se restringem somente às atividades de corrida; atualmente, podemos observar, em todo o país, a oferta de serviços relacionados ao treinamento funcional, ao ciclismo, às modalidades de raquetes e, para regiões específicas, às atividades na natureza (backpacking, surf, atividades aquáticas e, ainda, esportes de aventura).

A pluralidade de programas de atividade física de origem privada abrange também as modalidades esportivas. Diversos empreendimentos ofertam a possibilidade da prática de modalidades esportivas de maneira atraente e estruturada, favorecendo o engajamento do consumidor (cliente) e, consequentemente, contribuindo, de forma efetiva, para o aumento do nível de atividade física.
Como possibilidade de programa de atividade física, podemos mencionar, ainda, as atividades de dança e artes marciais, fortemente ligadas aos aspectos culturais. A grande diversidade de atividades desenvolvidas de forma particular, ou seja, por iniciativas privadas, mostra o impacto significativo que esse setor pode exercer sobre o nível de atividade física da população.
Visando a uma permanente associação entre educação e saúde, o Programa Saúde na Escola (PSE) age promovendo efetiva melhoria na qualidade de vida dos discentes brasileiros. Segundo o Ministério da Educação (MEC), esse programa tem como objetivo “contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde” (2018, [s. p.]).
Quando uma instituição de ensino adere ao programa, assume a responsabilidade de desenvolver atividades que promovem práticas corporais, atividades físicas e lazer no ambiente escolar. É por meio dessa premissa que esse tipo de programa apresenta uma contribuição efetiva com relação ao aumento dos níveis de atividade física na população estudantil.
Aulas de judô ajudam melhorar a qualidade de vida, diz professor.
A prática de esportes afasta a criança e o adolescente das drogas, aumenta a capacidade cognitiva do aluno, traz benefícios consideráveis à saúde e gera cooperação e socialização entre os estudantes. Os benefícios decorrentes da prática desportiva na escola são descritos pelo professor Guilherme Lins de Magalhães. Ele dá aulas de judô no câmpus de Taguatinga do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília.
A partir dos estudos dos conteúdos desta seção, você pôde compreender as características do comportamento sedentário, o que é sedentarismo endêmico e a incidência desse comportamento na população brasileira. Nesta seção, você estudou as diferentes formas de desenvolvimento de programas de promoção da atividade física, abrangendo os contextos escolar, público e particular.
Considerando que 47% da população adulta brasileira não atende às recomendações da OMS e ACSM para o nível de atividade física, o desenvolvimento de programas de promoção da atividade física de grande adesão por parte da população é fundamental para o combate efetivo ao sedentarismo, impactando diretamente a saúde pública.
Qual das atividades a seguir corresponde a uma iniciativa pública de promoção da atividade física?
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Correto!
O programa Academia da Saúde foi lançado em 2011 e consiste no incentivo à promoção da saúde e ao aumento do nível de atividade física da população. Ele se dá por meio da implantação de espaços públicos estruturados, conhecidos como polos, que recebem investimentos do governo para infraestrutura, aquisição de equipamentos e contratação de profissionais qualificados para as orientações e o acompanhamento.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Sabemos que o sedentarismo traz sérios danos para a saúde do corpo e da mente dos indivíduos. Em termos de saúde pública, o sedentarismo pode ser considerado um dos fatores de risco mais relevantes, pois o sedentário apresenta chances significativamente maiores de adquirir doenças crônicas não transmissíveis se comparado aos suficientemente ativos.
Sobre os programas que promovem uma cultura contra o sedentarismo, analise as afirmações a seguir:
Considerando do contexto apresentado, assinale a alternativa correta.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Correto!
A promoção da prática da atividade física no contexto escolar é fundamental e deve acontecer de forma a incentivar a adesão dos alunos, estimulando o desenvolvimento de um estilo de vida ativo desde a infância. Do ponto de vista da iniciativa privada, a pluralidade dos programas de atividade física, que combinam atividades físicas com aspectos culturais, estabelece uma característica atrativa ao consumidor, facilitando sua adesão e contribuindo para o aumento do nível de atividade física.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Observe a figura a seguir:

Refletindo sobre as informações dispostas na figura, analise as asserções a seguir e a
relação proposta entre elas:
PORQUE
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Correto!
O comportamento sedentário pode ser considerado uma questão de saúde pública. O baixo nível de atividade física ou a falta de atividade física regular apresenta forte relação com o desenvolvimento de algumas doenças, como diabetes mellitus tipo 2, obesidade e doença cardiovascular, podendo levar a óbito.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
Tente novamente...
Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
ACSM – American College of Sports Medicine. Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 9. ed. Tradução de Dilza Campos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
BENETTI, M. et al. Assessorias esportivas e prática de corrida de rua. Revista Brasileira De Educação Física E Esporte, São Paulo, v. 32, n. 1, p. 131-140, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Programa saúde nas escolas. 2018. Disponível em: https://bit.ly/3y4XQEw. Acesso em: 30 abr. 2021.
CARVALHO et al. Posição oficial da sociedade brasileira de medicina do esporte: atividade física e saúde. Rev. Bras. Med. Esport., [S. l.], v. 2, n. 4, p. 79-81, out./dez., 1996. Disponível em: https://bit.ly/3bmcJsg. Acesso em: 30 abr. 2021.
FERREIRA, R. W. Acesso aos programas públicos de atividade física no Brasil: Pesquisa Nacional de Saúde, 2013. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 35 n. 2, fev. 2019. Disponível em: https://bit.ly/3uHOQmK. Acesso em: 30 abr. 2021.
GUTHOLD, R. et al. Worldwide trends in insufficient physical activity from 2001 to 2016: a pooled analysis of 358 population-based surveys with 1.9 million participants. The Lancet Global Health, [S. l.], v. 6, n. 10, p. 1077-1086, out. 2018.
HALLAL, P. C. et al. Physical activity: more of the same is not enough. The Lancet, [S. l.], v. 380, n. 9838, p. 190-191, 2012.
KNUTH, A. G. et al. Avaliação de programas de atividade física no Brasil: uma revisão de evidências em experiências selecionadas. Mato Grosso do Sul: Secretaria de Vigilância em Saúde, 2010. Disponível em: https://bit.ly/2SNBbMT. Acesso em: 30 abr. 2021.
MALTA, D. C. et al. A implementação das prioridades da Política Nacional de Promoção da Saúde, um balanço, 2006 a 2014. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 19, p. 4301-4312, 2014.
MENEGUCI, J. et al. Comportamento sedentário: conceito, implicações fisiológicas e os procedimentos de avaliação. Motricidade, Ribeira de Pena, v. 11, n. 1, p. 160-174, 2015. Disponível em: https://bit.ly/3tFuhWH. Acesso em: 30 abr. 2021.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Diretrizes da OMS para atividade física e comportamento sedentário: num piscar de olhos. 2020. Disponível em: https://bit.ly/3eINNxs. Acesso em: 11 mai. 2021
SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Relatório de inteligência fitness. 2017. Disponível em: https://bit.ly/3eLy80p. Acesso em: Outubro/2020
SOUZA, A. J. S. de. Aulas de judô ajudam melhorar a qualidade de vida, diz professor. [s. d.]. Disponível em: https://bit.ly/3uJuidt. Acesso em: 30 abr. 2021.