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NÃO PODE FALTAR

Aspectos sociais

Lúcio Flávio Soares Caldeira

Fonte: Shutterstock.

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Praticar para aprender

A atividade física, como já vimos em seções anteriores, mostra-se um elemento essencial para o desenvolvimento de hábitos saudáveis, para a diminuição de risco de uma série de doenças e para a melhora da qualidade de vida, do estado psicológico e da saúde mental, sendo que todos esses fatores também estão ligados a questões sociais. 
Nesse sentido, cabe-nos abordar, nesta seção, as relações que envolvem a atividade física, a qualidade do sono e seus efeitos sobre as questões social e gastos com a saúde.
Uma escola pública de ensinos fundamental e médio tem identificado, nos últimos anos, um aumento na ausência de alunos durante as aulas e nas faltas justificadas. A principal justificativa tem sido um crescimento de problemas de saúde entre estudantes e familiares. Sabendo disso, o diretor da escola formou uma comissão de saúde com os professores que interagem melhor com tema em seus conteúdos curriculares e solicitou ao professor de Educação Física, Anísio, que coordene os trabalhos iniciais dentro da comissão de professores para a elaboração de uma estratégia inicial de combate a esse problema.
Percebendo uma resposta positiva entre os dois últimos eventos realizados com o professor Anísio, a comissão de saúde formada pelo diretor e coordenada pelo professor decidiu continuar a promover uma série de eventos com o tema de promoção da saúde na família na escola, a fim de proporcionar atividades físicas entre as comunidades de dentro e fora da escola e promover maior interação entre elas. Diante disso, como podemos auxiliar no planejamento de um terceiro evento com foco nos aspectos sociais relacionados à atividade física?
Vamos aprender mais sobre esse conteúdo?

COnceito-chave

O engajamento contínuo em atividades físicas ao longo da vida tem sido um importante fator protetor e preventivo para inúmeras doenças e desordens físicas, funcionais e psicológicas. Diante disso, há um grande reconhecimento dos setores da saúde em recomendar e orientar as pessoas de todas as idades, gêneros, classes sociais a praticarem atividades físicas na busca de um continuum de saúde durante toda a vida. Porém, mesmo sabendo dos benefícios já relatados e amplamente divulgados para a população, há muitas barreiras que fazem com que inúmeras pessoas ainda apresentem níveis insuficientes de atividade física, como desordens e sintomas físicos, psicológicos e funcionais, como a redução da qualidade do sono, o aumento da sensação de fadiga e o cansaço, que podem indicar uma queda da capacidade de produção do trabalho, causando impactos sociais importantes na sociedade. Logo, as questões de saúde e doença da população estão intimamente relacionadas às questões sociais e econômicas a serem geridas pelos diferentes setores da sociedade.

Manutenção da autonomia nas atividades diárias e melhora da qualidade do sono

Quanto ao sono, trata-se de um importante processo do ponto de vista biológico e da saúde do corpo humano. Nessa fase, há uma grande alteração dos padrões hormonal e neural, que proporcionam uma série de eventos reparadores da função orgânica do corpo, tais como: promover o crescimento dos tecidos na idade da infância e adolescência e favorecer processos de aprendizagem e memorização. Nesse sentido, apresentar uma boa qualidade de sono pode favorecer o bom desenvolvimento da saúde ao longo da vida do ser humano (ROPKE et al., 2018). 
Problemas com o sono têm sido relatados pela literatura e afetam o desempenho humano em várias situações, tais como: diminui a capacidade de memória no trabalho, piora a atenção e promove sintomas de fadiga crônica e cansaço, além de gerar uma redução acentuada da qualidade de vida (HARTESCU; MORGAN; STEVINSON, 2015). 
Além da insônia, uma diminuição do tempo de sono, bem como a qualidade do sono também podem causar uma série de sintomas desfavoráveis à saúde física e mental, sendo esses sintomas mais comuns com o avançar da idade. Outros problemas podem surgir devido à perda significativa da qualidade do sono, como piora do funcionamento dos sistemas metabólicos, endócrino e imunológico, fazendo com que o corpo fique mais exporto ao surgimento de outras doenças. Outro dado preocupante é que menos de 15% das pessoas com insônia recebem tratamento de saúde ou cuidado devido, o que torna a situação mais complicada (YANG et al. 2012).
Para tratar problemas relacionados ao sono, como insônia, perda de tempo e qualidade de sono, aderir à estratégia médica a partir do uso de medicamentos tem sido mais comum nesse caso, entretanto, o uso de estratégias de tratamento não farmacológicas para desordens do sono tem crescido e sua eficácia na melhora da qualidade de vida dos pacientes é comprovada. Entre as estratégias não farmacológicas, a participação em programas de exercício físico (como treinamento de característica aeróbio ou resistido) ou o envolvimento em atividades físicas moderadas tem recebido grande atenção devido aos benefícios encontrados nas questões que envolvem a desordem do sono (YANG et al., 2012).

Assimile

Você sabe identificar quais sinais ou sintomas estão relacionados ao distúrbio do sono? 
São vários sintomas e problemas que causam o distúrbio do sono, tais como:

  • Insônia e baixa qualidade de sono (tempo reduzido de sono; dificuldade em dormir e manter o sono; acordar muito cedo pela manhã; quão renovada a pessoa se sente depois do sono; a própria percepção do indivíduo sobre sua qualidade de sono).
  • Apneia obstrutiva do sono (síndrome caracterizada por paradas respiratórias totais ou parciais recorrentes de obstruções das vias aéreas superiores durante o sono; ronco).
  • Problemas em permanecer acordado (cansaço crônico, narcolepsia).
  • Bruxismo (ranger ou apertar os dentes ao dormir.

A melhora no sono associada ao exercício físico ou engajamento em atividades físicas é observada em exercícios físicos de alta intensidade (comuns em programas de treinamento), além de atividades físicas leves a moderadas. Contudo, tem-se observado que é preciso considerar, ao menos, de 100 a 210 minutos por semana de atividades durante 16 a 54 para serem observadas melhoras na qualidade de sono em pessoas que sofrem de desordens do sono ou problemas crônicos de insônia. Além disso, a caminhada de intensidade moderada com duração de 30 minutos/dia em 5 dias da semana deve acumular uma duração mínima de 150 minutos, logo, após 6 meses, mostrou-se uma estratégia efetiva para reduzir os sintomas de insônia, além de reduzir indicadores de saúde mental como depressão e ansiedade em pessoas de meia idade ou mais (HARTESCU; MORGAN; STEVINSON, 2015). Nessas atividades físicas que responderam positivamente à melhora do sono, foram incluídos exercícios físicos aeróbicos genéricos (como caminhada e trote leve de corrida) ou tai chi, e os efeitos positivos da atividade sobre parâmetros relacionados ao sono e à saúde mental também podem ser observados em uma população de jovens universitários de 18 a 30 anos, indicando que aqueles que apresentam maiores níveis de atividade física têm menores chances de apresentar distúrbios relacionados ao sono e escores relacionados à depressão e à ansiedade (GHROUZ et al., 2019).
No contexto esportivo, uma boa qualidade de sono tem sido relacionada, principalmente, à recuperação de sessões de treinamentos intensos ou competições, promovendo melhores condições de ganho de desempenho (MALHOTRA, 2017). Uma menor qualidade de sono ou a presença de desordens de sono em pessoas que praticam esporte pode resultar em menor capacidade de recuperação, queda significativa de desempenho e no aumento das chances de lesões (cerca de 70% a mais em atletas que dormem menos de 8h por dia) (WATSON, 2017).

Diminuição do cansaço (aumento de produtividade, concentração e memorização)

Uma vez que o período do sono tem a função de recuperar as funções do corpo, é de se esperar que pessoas que apresentam desordens relacionadas ao sono apresentem sintomas de cansaço, fadiga, entre outros apontados no Quadro 2.2. Nesse caso, a literatura científica tem indicado que a contribuição da prática adequada da atividade física, atendendo aos critérios mínimos de recomendação, são acompanhados de um quadro de inatividade física e desordens do sono, principalmente em pessoas classificadas como idosas (CHRISTIE; SEERY; KENT, 2016).

Quadro 2.2 | Efeitos prejudiciais à saúde devido à privação de sono
Efeitos prejudiciais à saúde devido à privação de sono
  • Diminuição do tempo de reação.
  • Redução do estado de alerta.
  • Piora na concentração.
  • Redução da capacidade de memorização e aprendizagem.
  • Maior taxa de acidentes com veículos motorizados.
  • Maior risco de depressão e ansiedade.
  • Diminuição da função imunológica.
  • Controle de glicose prejudicado.
  • Ganho de peso.
Fonte: adaptado de Malhotra (2017).
Exemplificando

O contexto social pode influenciar comportamentos e hábitos relacionados à atividade física e problemas do sono, como mostra a pesquisa realizada por Martínez-de-Quel et al. (2021) durante a pandemia da COVID-19 e retratada na figura a seguir.

Figura 2.3 | Percentual de pessoas que se consideram fisicamente inativos e apresentam desordens do sono e desordens alimentares (N = 161)
* significância estatística de p < 0,05.
Fonte: adaptado de Martínez-de-Quel et al. (2021).

Todavia, embora pareça lógica a ideia de relacionar os baixos níveis de atividade física e desordens do sono com altos índices de fadiga reportada/cansaço percebido, os resultados de alguns estudos se mostram contraditórios, e essa contradição é encontrada, principalmente, na fraca ou nula associação da atividade física a níveis de fadiga reportados em pessoas jovens, de meia idade e idosos (CHRISTIE; SEERY; KENT, 2016), contrapondo outros estudos que apresentam associação inversa entre atividade física e sintomas relacionados à fadiga. 
Essa contradição, por sua vez, pode ter inúmeras causas, pois os sintomas relacionados à fadiga e à sensação de cansaço podem ter diferentes causas, tais como idade, nutrição, doenças, contexto social e o ambiente. Além disso, há a hipótese de que algumas pessoas podem reduzir a prática de atividade física para regular seu nível de fadiga/cansaço diário, além dos fatores metodológicos envolvidos e os instrumentos utilizados em estudos científicos para se medir a fadiga.
Contudo, há grandes indícios de que existe uma forte relação entre a atividade física praticada de forma equilibrada a ganhos nas funções cognitivas e boa qualidade de sono — elementos que compõem, em parte, uma boa qualidade de vida.

Quadro 2.3 | Bons hábitos relacionados ao sono
Bons hábitos relacionados ao sono
  • Manter uma rotina de horário para dormir e acordar de forma consistente.
  • Evitar a exposição à iluminação de uma a duas horas antes de dormir (incluindo dispositivos eletrônicos).
  • Encontre um lugar tranquilo e confortável para dormir.
  • Evite o consumo de álcool e de cafeína após o jantar.
  • Use a cama apenas para dormir e para atividades sexuais. Não faça outras atividades na cama, como comer ou assistir televisão.
  • Evitar cochilos longos (> 30 minutos) durante o dia.
  • Evite refeições pesadas muito próximo do horário de dormir.
Fonte: adaptado de Malhotra (2017).

Diminuição dos gastos com saúde (necessidade de medicamentos e de ajuda no controle de vícios)

Como mencionamos, existe uma forte relação entre a prática habitual da atividade física e os indicadores de saúde e qualidade de vida da população, como redução do risco de desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas, doenças mentais e estados psicológicos desfavoráveis. Além disso, podemos apontar, também, a minimização dos impactos causados por essas doenças quando a pessoa diagnosticada adota um estilo de vida mais saudável, com a prática regular de atividade física ou de programas de exercício físico. Nesse sentido, a notoriedade da adoção de prática regular de atividade física no contexto de saúde pública tem papel de prevenção e de tratamento, podendo reduzir gastos com a saúde em todo o mundo.
Em um estudo bibliográfico, Bueno et al. (2015), observa que os custos de saúde com a inatividade física, se mostra como um potencial de elevação aos custos com saúde para o estado, ou seja, agindo de forma onerosa economicamente para a sociedade, pois resulta no aumento no consumo de medicamentos, no uso do sistema de saúde, como internações e consultas. Esse pensamento é corroborado por Bielemann, Knuth e Hallal (2010), que mostraram, por meio da consulta de dados hospitalares do sistema único de saúde (SUS) da cidade de Pelotas – RS, um grande potencial de economia ao se considerar a atividade física como elemento essencial para potencializar a redução dos gastos com medicamentos e do uso do sistema hospitalar pelo usuário, principalmente ao se relacionar gastos com doenças crônico-degenerativas.
Nesse sentido, parece plausível a necessidade de maiores ações de incentivo à população para adoção de hábitos saudáveis, alinhados com a prática habitual de atividade física, com o intuito de se reduzir os gastos com a saúde e aumentar a qualidade de vida da população.

Aumenta a disposição, melhora o desempenho no trabalho e na escola

Atualmente, parece ser consensual a contribuição da atividade física para a promoção da qualidade de vida da população devido aos inúmeros benefícios já relatados, como a melhora da aptidão física muscular e cardiorrespiratória, o controle do peso corporal, a diminuição do estresse e o combate à depressão e à ansiedade. No entanto, mais recentemente, os impactos positivos nas funções cognitivas, como a melhora da atenção, do raciocínio e da memória, têm sido levados em consideração (WHO, 2010).
Ao considerar essa linha de raciocínio, é plausível condicionar o bom funcionamento das funções cognitivas, em parte, em função de níveis adequados de atividade física e da qualidade do sono. Na literatura, já há indícios de que bons hábitos promovem impactos positivos nas funções e no desempenho cognitivo de memorização e atenção, resultando em um esperado aumento de desempenho no trabalho. Nesse caso, para adolescentes e jovens, isso também pode refletir um melhor desempenho, além de um melhor aprendizado no ambiente escolar (BOSCOLO et al. 2007). De forma contrária, a exposição do indivíduo à privação ou má qualidade do sono pode comprometer as funções cognitivas. Nesse caso, os processos neurais relacionados à aprendizagem e que são desencadeados no sono acontecem em uma das fases do sono chamada de movimentos oculares rápidos, que, em inglês, chama-se rapid eye moviment (REM), e para alcança-la, é necessário ter uma boa qualidade de sono (ROTH et al., 1988). 
Em idosos com disfunções neurais e cognitivas como a doença de Alzheimer, a prática de atividades físicas orientadas tem proporcionado uma série de benefícios, seja nas funções cognitivas, seja na diminuição do risco de quedas com o ganho de equilíbrio (HERNANDEZ et al. 2010). 
Dessa forma, a atividade física realizada de forma habitual e adequada ou orientada por programas de exercício físico deve ser considerada uma importante aliada na prevenção de doenças e na promoção da saúde e da qualidade de vida em grande parte da população.

Reflita

Se a atividade física nos traz tantos benefícios, quais as barreiras que muitas pessoas encontram para a adoção de um estilo de vida mais ativo?
Sugerimos a leitura de um texto que trata das barreiras para a prática de atividade física em adolescentes. 
SANTOS, M. S. et al. Prevalência de barreiras para a prática de atividade física em adolescentes. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 13, n. 1, p. 94-104, 2010.

Seja um profissional que incentiva e promove a atividade física com qualidade.

Faça valer a pena

Questão 1

Complete as lacunas da sentença a seguir:
O período do sono tem papel importante no funcionamento das funções fisiológicas e na saúde do corpo humano. Durante esse período, ocorrem alterações no padrão _____________ e neural para a recuperação ___________ e a promoção do ____________ dos tecidos, além de favorecer os processos de aprendizagem e memorização.
Assinale a alternativa correta.

Correto!

O período do sono tem papel importante no funcionamento das funções fisiológicas e na saúde do corpo humano. Durante esse período, ocorrem alterações no padrão hormonal e neural para a recuperação celular e a promoção do crescimento dos tecidos, além de favorecer os processos de aprendizagem e memorização.

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

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Questão 2

São vários os benefícios encontrados na prática da atividade física quanto aos sintomas relacionados à qualidade do sono, como a insônia.
Considerando a qualidade do sono, assinale a alternativa correta.

Tente novamente...

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Correto!

A resposta correta é: “Deve-se considerar um tempo mínimo de 150 minutos por semana de atividade física moderada para assegurar melhorias na qualidade de sono.”

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Questão 3

A capacidade de realizar atividades diárias depende de fatores que podem se relacionar com a qualidade de sono e a atividade física. Nesse caso, uma menor qualidade de sono e a constatação de um padrão inativo podem aumentar as chances de exposição ao desenvolvimento de doenças físicas e mentais.
Sendo assim, analise as seguintes afirmativas:

  1. Hábitos adequados de atividade física e do sono podem causar efeitos positivos nas funções e no desempenho cognitivo de memorização e atenção, resultando em um esperado aumento de desempenho no trabalho.
  2. Para os adolescentes, seguir bons hábitos de sono e de atividade física pode promover um melhor desempenho, além de um melhor aprendizado no ambiente escolar.
  3. Os processos neurais relacionados à aprendizagem e que são desencadeados no sono, na fase do sono chamado REM, ocorrem independentemente da qualidade do sono de uma pessoa

Assinale a alternativa correta.

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Correto!

A resposta correta é: “Somente I e II estão corretas”, pois a afirmativa III apresenta uma informação equivocada quanto à fase de sono REM acontecer independentemente das questões da qualidade do sono.

Tente novamente...

Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

Referências

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BIELEMANN, R. M.; KNUTH, A. G.; HALLAL, P. R. C. Atividade física e redução de custos por doenças crônicas ao Sistema Único de Saúde. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, Santa Catarina, v. 15, n. 1, p. 9-14, 2010.
BOSCOLO, R. A. et al. Avaliação do padrão de sono, atividade física e funções cognitivas em adolescentes escolares. Revista portuguesa de ciências do desporto, [S. l.], v. 7, n. 1, p. 18-25, 2007.
BUENO, D. R. et al. Os custos da inatividade física no mundo: estudo de revisão. Ciência & Saúde Coletiva, [S. l.], v. 21, n. 4, p. 1001-1010, 2016.
CHRISTIE, A. D.; SEERY, E.; KENT, J. A. Physical activity, sleep quality, and self-reported fatigue across the adult lifespan. Experimental gerontology, [S. l.], v. 77, p. 7-11, maio 2016.
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HARTESCU, I.; MORGAN, K.; STEVINSON, C. D. Increased physical activity improves sleep and mood outcomes in inactive people with insomnia: a randomized controlled trial. Journal of sleep research, [S. l.], v. 24, n. 5, p. 526-534, out. 2015.
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