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NÃO PODE FALTAR

Aspectos psicológicos

Lúcio Flávio Soares Caldeira

Fonte: Shutterstock.

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Praticar para aprender

Os conteúdos apresentados até o momento ilustram os diversos benefícios que a prática habitual da atividade física pode promover na saúde de uma pessoa. Até o momento, tais benefícios têm sido relacionados aos contextos que envolvem a melhora de parâmetros físicos, que atendem aos princípios e conceitos da aptidão física, como força/resistência muscular, composição corporal, flexibilidade e resistência aeróbica, que, por sua vez, interagem com a prevenção e a melhora de diversas doenças. Desse modo, tradicionalmente, o papel do profissional de Educação Física tem sido pensado meramente na atuação da promoção e orientação de atividades físicas com grande influência na produção e reprodução de movimentos corporais de caráter técnico aliados à influência de um olhar biomédico, ou seja, centrado nos benefícios que a atividade física pode promover no funcionamento dos sistemas fisiológicos do corpo humano.
Uma escola pública de ensinos fundamental e médio tem identificado um aumento na ausência de alunos durante as aulas e faltas justificadas nos últimos anos. A principal justificativa tem sido um crescimento de problemas de saúde entre estudantes e familiares. Sabendo disso, o diretor da escola formou uma comissão de saúde com os professores que interagem melhor com tema em seus conteúdos curriculares e solicitou ao professor de Educação Física, Anísio, que coordene os trabalhos iniciais dentro da comissão de professores para a elaboração de uma estratégia inicial de combate a esse problema. 
Após a primeiro evento com palestra e atividade recreativa, o professor Anísio percebeu que seria interessante tratar de outros benefícios que a atividade física pode promover, logo, decidiu organizar outro evento entre as famílias e seus alunos para discutir os benefícios de ordem psicológica e sua importância para a saúde. Diante disso, como você pode ajudar o professor Anísio nesse evento?
Está curioso em poder desvendar todos esses elementos? Então, vamos aos estudos.

Conceito-chave

Com a ampliação do conhecimento dos inúmeros benefícios da atividade física para a saúde, a área tem proporcionado outros horizontes de atuação profissional, havendo uma ressignificação do papel do profissional de Educação Física em outros ambientes de atuação, abrindo, assim, um novo e amplo cenário de possibilidades, principalmente no que se refere a uma atuação de forma interdisciplinar. Seguindo essa linha de raciocínio, Roble, Moreira e Scagliusi (2012) trazem uma importante reflexão em suas considerações sobre o papel do profissional de Educação Física em ambientes diferentes dos tradicionais (como escola, academias de ginásticas, clubes esportivos etc.), assim como em ambientes institucionalizados de saúde mental.

A Educação Física também já esteve fortemente amarrada pelo racionalismo, traduzido, sobretudo, pelo seu apego ao tecnicismo e pela prática da atividade física destituída de reflexão. Entretanto, desde as últimas décadas, a produção de conhecimentos em Educação Física refuta uma condição de mera reprodutora e lança seus profissionais em novos campos de atuação. Em um universo como o da saúde mental, no qual razão e sensibilidade, mente e corpo são polos tensos e intensos, o educador físico tem muito a aprender e, ainda, bastante a contribuir.

(ROBLE; MOREIRA; SCAGLIUSI, 2012, p. 574)

Fica claro, então, que, tanto o profissional quanto a sociedade já têm apresentado elementos que podem destituir o papel meramente tecnicista associado ao profissional de Educação Física. Desse modo, precisamos compreender que a atividade física é, sim, uma forma de o corpo se movimentar, mas de forma reflexiva.
Consideremos, então, que a prática habitual da atividade física pode promover inúmeros benefícios para a saúde e que isso justifica a atuação do profissional de Educação Física em ambientes diversos e multiprofissionais. Além disso, é importante que o profissional saiba que a sua atuação impactará a relação saúde e doença também sob a ótica da saúde mental, que reflete na autoestima, na sensação de bem-estar, na diminuição do estresse psicológico, na ansiedade e nos quadros de depressão. Ou seja, é importante que o profissional saiba, de forma crítica e reflexiva, quais os impactos que a prática habitual da atividade física pode exercer na saúde mental e psicológica de uma pessoa.
Nesse sentido, nesta seção, serão apresentados os principais benefícios que os achados científicos mais recentes têm indicado sobre a influência da atividade física em sintomas relacionados à saúde mental e psicológica.

Melhora da saúde mental e do humor

Ainda com o aumento na expectativa de vida da população nos países em desenvolvimento, outros problemas de saúde têm acarretado uma perda da qualidade de vida na pessoa idosa, entre eles, o estado da saúde mental, que está associada à função cognitiva e que, segundo Oliveira et al. (2011, p. 128), compreende como “sistema funcional cognitivo, as fases do processo de informação como percepção, aprendizagem, memória, atenção, vigilância, raciocínio e solução de problemas.” Os problemas de saúde mental, como demência e doenças neurais (por exemplo: a doença de Alzheimer) parecem mais suscetíveis na população idosa, mas não de forma exclusiva. Um estudo nacional publicado por Benedetti et al. (2008), realizado na cidade de Florianópolis, demonstra a importância de se manter um estilo de vida ativo, com a prática de atividades físicas, principalmente de lazer, para o bom estado de saúde mental. Nesse estudo, Benedetti et al. (2008) demonstraram o percentual de presença ou não de demência e depressão em idosos de acordo com o sexo e o nível de atividade física. Tais resultados são corroborados por outros estudos em regiões diferentes, e a presença de demência e depressão e o nível de atividade física podem ser mais bem observados na Figura 2.2.

Figura 2.2 | Percentual de presença ou não de demência e depressão em idosos de acordo com o sexo e o nível de atividade física
Fonte: adaptada de Benedetti et al. (2008).

Os resultados demonstram claramente a maior prevalência de casos de demência e depressão em pessoas idosas que são sedentárias, o que torna importante o incentivo à adoção de um estilo de vida ativo por toda a vida como forma de prevenção do desenvolvimento de doenças mentais, além das doenças crônico-degenerativas. Nesse caso, embora não se saiba ao certo quais os mecanismos que podem explicar a menor prevalência de indicadores de depressão e demência em idosos fisicamente ativos, esse resultado demonstra a importância de se promover ações na sociedade que incentivem a importância de se manter fisicamente ativo e que demostre a importância do profissional de educação física em diferentes contextos inseridos no campo da saúde.
Os possíveis mecanismos fisiológicos que podem explicar os benefícios da atividade física na saúde mental podem residir em fatores de ação direta e indireta. Quanto aos fatores diretos, podemos associá-los ao aumento da capacidade e função neural com a prática aguda e crônica da atividade física, sobretudo se forem de intensidade moderada e vigorosa. A melhora na função neural pode se dar devido ao aumento da atividade metabólica relacionada aos neurotransmissores e por alterações nas estruturas cerebrais (como maior rede de sinapses neurais e de plasticidade neural), principalmente se comparado entre indivíduos que são fisicamente ativos e aqueles que são sedentários. 
Além disso, sabemos, a partir das respostas fisiológicas agudas, que a atividade física ou exercício físico pode promover, como elevação da taxa de circulação sanguínea e de oxigenação cerebral, o aumento na taxa de utilização de substratos energéticos a nível cerebral e a elevação das concentrações de catecolaminas e de neurotransmissores (como norepinefrina e seus precursores, serotonina e beta-endorfinas em uma sessão aguda de exercício físico), bem como melhorar a função cerebral e a capacidade de memorização, influenciando positivamente a função cognitiva (OLIVEIRA et al., 2011). Entretanto, a relação exata do principal mecanismo de ordem fisiológica relacionada à função cognitiva e que resulta em um ganho de saúde mental ainda não está totalmente esclarecida.
Outro fator importante é não reduzir a melhora da saúde mental somente a fatores de ordem biológica e fisiológica. Cabe ao profissional de Educação Física tentar abranger seus conhecimentos sobre elementos que envolvem os fatores psicológicos e sua complexidade sobre a questão que diz respeito à saúde mental, pois fatores psicossociais também estão envolvidos na prática da atividade física e na adoção de um estilo de vida mais saudável (DOS SANTOS; ALBUQUERQUE, 2014).

Aumento da autoestima e da sensação de bem-estar

Além dos benefícios identificados sobre a saúde mental e cognitiva, a atividade física habitual parece promover ganhos quanto à forma que a pessoa se observa, sobre a sua autoestima e a percepção de bem-estar, logo, assume-se que o grau de autoestima esteja associado à saúde mental do indivíduo. Com isso, parece ser consensual assumir, como meio coadjuvante, a realização e a inserção em programas de atividade física, tendo, como objetivo, o tratamento não medicamentoso de problemas relacionados às desordens de ordem psicológica e de saúde mental, como já apresentadas anteriormente.
Sobre a relação inversa entre a prática da atividade física com a presença da depressão, o mesmo pode ser atribuído à autoestima, principalmente na pessoa idosa, possivelmente por considerar que a atividade física, além de promover um estímulo corporal, promove um aumento no convívio social (TEIXEIRA et al., 2016). Sendo assim, parece razoável estabelecer a hipótese, de que, quanto maior o nível de atividade física, menores são os índices de estados depressivos, baixa autoestima e sensação de mal-estar. Partindo desse pressuposto, Teixeira et al. (2016) procuram investigar se a prática de atividade física poderia influenciar a autoestima e os níveis de depressão em idosos. Os autores avaliaram, por meio de instrumentos previamente validados, o grau de autoestima (avaliado pela Escala de Avaliação de Autoestima de Rosenberg) e de depressão (avaliado pela Escala de Ansiedade, Depressão e Stresse (DASS-21)), e os resultados do estudo publicado demonstrou vários fatores que influenciam nos níveis de autoestima e depressão; entre eles, a prática de atividade física e a frequência semanal.

Assimile

A autoestima pode ser acessada por instrumentos simples e validados cientificamente. Nesse caso, aprofunde seus estudos com uma leitura proveitosa sobre a validação de um instrumento para a língua portuguesa.
SANTOS, P.; MAIA, J. Análise factorial confirmatória e validação preliminar de uma versão portuguesa da escala de avaliação de auto-estima de Rosenberg. Psicologia: teoria, investigação e prática, [S. l.], v. 2, p. 253-268, 2003. 

Tabela 2.3 | Influência da prática de atividade física e sua frequência semanal sobre os indicadores de autoestima e depressão em pessoas idosas (N = 215, com idades compreendidas entre 60 e 100 anos na região Norte do país)
Prática de atividade física Frequência semanal de prática de atividade física*
Sim Não 0 1 2-3 >3
Autoestima Média 39,6 37,8* 37,3 36,8 40,2 39,8
DP 5,8 5,9 5,9 4,9 5,5 6,3
Depressão Média 2,8 5,0* 5,0 3,7 2,6 2,6
DP 2,9 3,8 3,8 4,2 2,6 2,7
* diferença estatística significante como efeito principal no procedimento de análise estatística.
Fonte: adaptado de Teixeira et al. (2016).

Os resultados do estudo de Teixeira et al. (2016) demonstram uma relação inversa dos indicadores de autoestima e depressão, ou seja, nos recortes de presença e ausência ou de frequência semanal da prática de atividade física, fica evidente a influência da atividade física sobre os parâmetros de saúde mental.
Podemos, então, refletir sobre as ações comportamentais que estão associadas aos estados psicológicos sobre fatores relacionados à prática da atividade física para grande parte da população. Com isso, é importante que o profissional de Educação Física leve em conta esses elementos em sua atuação profissional nos diferentes ambientes para a promoção da atividade física e da saúde.

Redução do estresse

O estresse pode ser caracterizado como um estado de desequilíbrio entre as demandas impostas e a capacidade de resposta do organismo frente a situações desafiadoras, seja de forma física, seja mental, fisiológica ou psicológica. Em uma condição de alta demanda de estresse, o organismo humano como um todo responderá a essa demanda; em uma situação de estresse crônico, a demanda excessiva poderá causar adaptações negativas a diferentes componentes (físico, mental, fisiológicos ou psicológicos). 
Os benefícios encontrados na prática de atividade física para a saúde mental também são encontrados no modo como a pessoa interage em diferentes contextos de estresse e com os sintomas de ansiedade. 
Higa et al. (2014) demonstraram que a prática de diferentes programas de exercícios (treinamento resistido, lutas, ginástica em academia, natação, dança e voleibol) há mais de 1 ano resultou em uma redução significativa dos níveis de estresse.
Em um estudo recente, que considera a prática de yoga e o nível de estresse psicológico durante a pandemia de COVID-19, Corrêa et al. (2020) demostram a importância do tempo e da frequência semanal da prática de Yoga como elementos que podem estar associados a menores índices de estresse. Assim sendo, a prática de atividade física realizada de maneira segura é uma importante aliada na redução dos impactos do estresse psicológico causado pelo isolamento e outros fatores (CORRÊA et al. 2020).

Melhora em quadros de depressão e ansiedade

Com já apontamos anteriormente, existem vários indícios na literatura dos efeitos benéficos da atividade física sobre a saúde mental. A depressão e o transtorno de ansiedade são doenças consideradas causas de morbidade e mortalidade, acometendo, em grande parte, as mulheres. Questões que envolvem baixa autoestima estão ligadas ao aparecimento de transtorno de ansiedade. De forma contrária, a autoestima positiva se relaciona com a sensação de bem-estar, sendo esses elementos potencializados pela prática de atividade física de maneira habitual e crônica. Nesse caso, a prática de atividade física em um período de 6 meses pode resultar em benefícios quanto aos indicadores de ansiedade, fadiga, depressão e qualidade de vida (NAGAMINE, 2007).

Exemplificando

Como a prática da atividade física pode promover grandes benefícios para a saúde mental, como a redução ou minimização de estados de depressão, transtorno de ansiedade, estresse crônico etc., o profissional de Educação Física está atuando em diferentes ambientes, como em setores da saúde com foco no enfrentamento de diversas desordens psicológicas, como os centros de atenção psicossocial para a população de maior vulnerabilidade.

Parece clara e, de certa forma, até unânime a ideia de que existe um grande benefício para a saúde mental com a prática de atividade física. Entretanto, a literatura científica ainda desconhece os principais mecanismos relacionados a tais benefícios encontrados, pois a melhora da saúde mental pode acontecer de forma orgânica e complexa, seja por meio de mecanismos fisiológicos, seja por padrões de comportamentos psicológicos. Contudo, cabe ao profissional pensar na atividade física como uma forma de promover o ato de movimentar o corpo de forma reflexiva, não somente seguindo padrões de movimentos repetitivos.

Reflita

Como têm sido direcionados os esforços do poder público para promover políticas e ações de incentivo à atividade física como elemento de democratização da sua prática para a população em sua região? Países desenvolvidos já têm o histórico de promover ações de incentivo à atividade física, tendo em vista seus inúmeros benefícios. E no Brasil, isso existe?

O conteúdo desta seção expressa claramente todos os benefícios da atividade física nos aspectos psicológicos e emocionais do ser humano.

Faça valer a pena

Questão 1

Com o avançar da ciência relacionada à atividade física, tendo em vista os inúmeros benefícios para a saúde, a profissão do educador físico tem ganhado espaços em ambientes não muito tradicionais.
Nesse sentido, quais são os ambientes de atuação profissional já considerados tradicionais para a profissão de educação física? Assinale a alternativa correta.

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Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.

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Esta é a alternativa correta.

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Questão 2

A melhora dos parâmetros de saúde mental tem sido claramente identificada em pessoas que praticam atividade física de forma habitual.
Embora não seja consensual, analise as seguintes afirmativas sobre os possíveis mecanismos fisiológicos associados aos benefícios encontrados na prática da atividade física para a saúde mental:

  1. Melhora na função neural devido ao aumento da atividade metabólica relacionada aos neurotransmissores e por alterações nas estruturas cerebrais.
  2. Elevação da taxa de circulação sanguínea, de oxigenação cerebral e aumento na taxa de utilização de substratos energéticos a nível cerebral.
  3. Elevação das concentrações de catecolaminas e de neurotransmissores, como norepinefrina e seus precursores, serotonina e beta-endorfinas, em uma sessão aguda de exercício físico.
  4. Redução da plasticidade neural com um desvio dos estímulos elétricos que partem do córtex motor para a musculatura.

É correto o que se afirma em:

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Correto!

A resposta correta deve considerar as afirmativas I, II e III como possíveis mecanismos fisiológicos relacionados à melhora da saúde mental com a prática da atividade física.

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Questão 3

O estilo de vida ativo diminui as chances de desenvolvimento de problemas de saúde mental em idosos, como demência e depressão.
Dessa forma, analise a seguinte figura.

Figura 1 | Percentual de presença ou não de demência e depressão em idosos de acordo com o sexo e o nível de atividade física
Fonte: adaptada de Benedetti et al. (2008).

Nesse caso, qual das alternativas a seguir apresenta uma interpretação correta?
Considerando o contexto, assinale a alternativa correta.

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Correto!

A resposta correta deve considerar que a figura demonstra que o percentual de demência e depressão é maior em pessoas que são sedentárias.

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Referências

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BENEDETTI, T. R. B. et al. Atividade física e estado de saúde mental de idosos. Revista de Saúde Pública, [S. l.], v. 42, n. 2, p. 302-307, fev. 2008. Disponível em: https://bit.ly/3hn91m6. Acesso em 10 mai. 2021.
CORRÊA, C. A. et al. Níveis de estresse, ansiedade, depressão e fatores associados durante a pandemia de COVID-19 em praticantes de Yoga. Rev. Bras. Ativ. Fis. Saúde, Florianópolis, v. 25, set. 2020.
DOS SANTOS, F. T.; ALBUQUERQUE, M. P. O papel desinstitucionalizador da educação física na saúde mental. Motrivivência, Florianópolis, v. 26, n. 42, p. 281-292, jun. 2014.
HIGA, L., Matias, J., MADUREIRA, F., COLANTONIO, E., GUERRA, L., & SCORCINE, C. Nível de estresse entre sedentários e praticantes de atividade física em diferentes programas. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 22(4), 22-26. 2014.
LARSON, E. B. et al. Exercise is associated with reduced risk for incident dementia among persons 65 years of age and older. Ann. Intern. Med., [S. l.], v. 144, n. 2, p. 73-81, 2006.
NAGAMINE, K. K. Mulheres em programa regular de atividade física: ansiedade, depressão, fadiga, burnout e qualidade vida. 2007. 102 f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) – Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto, 2007.
OLIVEIRA, E. N. et al. Benefícios da atividade física para saúde mental. Saúde Coletiva, São Paulo, v. 8, n. 50, p. 126-130, 2011.
ROBLE, O. J., MOREIRA, M. I. B., SCAGLIUSI, F. B. A educação física na saúde mental: construindo uma formação na perspectiva interdisciplinar. Interface-Comunicação, Saúde, Educação, Botucatu, v. 16, n. 41, p. 567-578, jul. 2012.
SIMONS, L. A. et al. Lifestyle factors and risk of dementia: dubbo study of the elderly. Med J Aust., [S. l.], v. 184, n. 2, p. 68-70, 2006.
TEIXEIRA, C. M. et al. Atividade física, autoestima e depressão em idosos. Cuadernos de Psicología del deporte, [S. l.], v. 16, n. 3, p. 55-66, 2016.

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