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Caro estudante, nesta terceira seção, que finaliza nossa Unidade 3, serão abordados conteúdos importantes, como prevenção de doenças, educação para saúde, disseminação de conhecimento científico e incentivo ao estilo de vida ativo. Para o primeiro conteúdo (prevenção de doenças), será fundamental o entendimento dos principais fatores que levam ao desenvolvimento de doenças, quais são essas doenças, as potenciais ações que podem gerar algum fator de proteção e a relação do profissional de Educação Física com essas ações. Na sequência, abordaremos a educação para a saúde e suas concepções, enfatizando o papel da Educação Física nesse processo. Por fim, abordaremos a disseminação de conhecimentos científicos, sua importância e as ações de incentivo que podem conduzir pessoas às práticas saudáveis e a um estilo de vida ativo.
Os índices de obesidade no país aumentaram significativamente nos últimos anos entre a população jovem. A relação entre obesidade e o desenvolvimento de algumas doenças cardiovasculares e metabólicas é bastante conhecida, assim como os principais fatores que levam ao desenvolvimento da obesidade, tais como alimentação inadequada e nível insuficiente de atividade física. A cidade em que você mora vem apresentando um cenário bastante parecido com o nacional, e devido a esse problema, a secretaria de saúde de seu município lançou um projeto cuja proposta é levar informação de qualidade para diversas áreas (educação, saúde, esporte e para a população em geral) por meio de materiais (pequenos vídeos) que serão disponibilizados para os profissionais de cada secretaria e também para a população em geral no site da prefeitura. Você foi convidado a produzir esse material e, como excelente profissional que é, aceitou prontamente. Você deverá produzir vídeos com informações relevantes e embasadas cientificamente, uma vez que serão direcionados para profissionais de diferentes áreas e para a população, sobre aspectos importante de combate ao nível insuficiente de atividade física e obesidade. Diante disso, quais informações você poderá disponibilizar para essas áreas? Vamos lá!!
Para esse momento, enfatizamos a necessidade de reflexão sobre os tópicos abordados e leitura dos materiais indicados para que você tenha maior entendimento sobre o contexto geral que envolve a atuação do profissional de Educação Física como promotor da saúde. Desejamos sucesso em seus estudos!
Diversos estudos epidemiológicos confirmam que grande parte das pessoas acometidas por doenças crônicas (dislipidemias, diabetes, cardiopatias, entre outras) apresentam um estilo de vida e comportamentos semelhantes, e entre esses comportamentos estão o tabagismo, uma dieta pobre ou inadequada e a inatividade física ou o sedentarismo, considerados grandes contribuintes para a mortalidade (GRAZIOLI et al., 2017).
Entre os comportamentos de risco, a inatividade física assume posição de destaque e está entre os 10 principais fatores de risco para o desenvolvimento de todas as doenças crônicas não transmissíveis, responsável por 9% das mortes prematuras em todo mundo, com grandes e graves repercussões para a saúde, economia e sociedade (LEE et al.,2012).
Nesse sentido, adotar um estilo de vida ativo e incorporar a prática regular do exercício físico pode ser considerada uma das mais eficientes medidas para a prevenção de doenças. Nas últimas décadas, estudos têm evidenciado o efeito positivo do exercício aeróbio, reduzindo a incidência de doenças cardiovasculares e metabólicas em diversos grupos de pessoas (GRAZIOLI et al., 2017). A atividade física regular tem se mostrado eficaz em atenuar o risco de agravos e de morte prematura entre homens e mulheres com problemas cardiovasculares, bem como apresenta alta relevância na prevenção primária da diabetes tipo 2 e está associada à redução da incidência de câncer, em especial o câncer de mama e cólon (LAAKE et al., 2019; BAGULEY et al., 2017; BROWN et al., 2012).
Embora os efeitos benéficos da atividade fisica sejam bastante claros e conhecidos, 30% da população mundial não atinge os níveis recomendados de atividade física para que seja possível obter benefícios relacionados à saúde (WHO, 2010).
Diante dessa realidade, o profissional de Educação Física pode assumir uma posição fundamental na prevenção de doenças, promovendo um estilo de vida saudável por meio da orientação e do incentivo à prática regular de atividade física e redução dos comportamentos de risco.
A prevenção de doenças é também uma questão de saúde pública, logo, considera-se de interesse do Sistema Único de Saúde (SUS) estimular o aumento do nível de atividade física da população brasileira como medida preventiva, sendo esse um aspecto primordial da Política Nacional de Promoção da Saúde, que abrange a atuação do profissional de Educação Física.
No entanto, a atuação desse profissional na atenção básica à saúde apresenta potencialidades e fragilidades, conforme o quadro a seguir.
| Potencialidades | Fragilidades |
|---|---|
| Desenvolver atividades físicas/práticas corporais. | Déficit na formação profissional em relação à atuação na saúde pública e no trabalho multiprofissional em saúde. |
| Facilitar para que as pessoas se tornem fisicamente ativas. | Dificuldades para o trabalho em equipe. |
| Contribuir, por meio da sua atuação, para a melhoria dos níveis de saúde e qualidade de vida da população. | Sobrecarga de trabalho. |
| - | Dificuldade para reavaliar os usuários devido ao fato de alguns abandonarem o programa antes da reavaliação ou faltarem. |
A atuação do profissional de Educação Física na prevenção de doenças e no acompanhamento de recuperação não está restrita à esfera pública, muito pelo contrário, uma vez que o setor privado apresenta muitas possibilidades de intervenção (academias, clubes, clínicas, atendimento personalizado, entre ouras). Os programas de ginástica laboral fazem parte dessas possibilidades de intervenção, com grande relevância na prevenção e recuperação de distúrbios osteomusculares e lesões por esforço repetitivo no trabalho, redução e alívio do estresse e disseminação de informações sobre ergonomia e comportamento saudável.
Para que possamos promover uma educação para a saúde, em primeiro lugar, faz-se necessário entender a concepção de Educação Física que possuímos no momento, especialmente no âmbito escolar. Na década de 1960, a Educação Física brasileira possuía uma concepção militarizada; já na década de 1980, passamos a ter uma concepção direcionada ao esporte; no entanto, em nenhuma delas, os componentes relacionados à saúde podiam ser considerados predominantes.
Diante desse contexto, a concepção de Educação Física atual apresenta os componentes curriculares necessários para que seja possível estabelecer um processo de educação para a saúde?
Outro ponto de entendimento que se faz necessário está relacionado à saúde, que passa a ser caracterizada por um continuum com aspectos positivos e negativos associados a uma série de fatores intervenientes (Figura 3.9). Dentro dessa perspectiva, a saúde positiva, conforme conceituada pela Organização Mundial da Saúde, passa a ser algo que pode ser adquirido a partir de uma construção comportamental e não somente biológica. Ao considerarmos que nosso comportamento pode nos levar a um status de saúde mais positivo ou negativo, fica evidente a necessidade de educá-lo.

Portanto, uma educação para saúde no âmbito escolar deve estar voltada para a construção de conhecimentos, valores e práticas que resultem em um estilo de vida saudável e não somente ativa fisicamente. Entender os componentes curriculares da Educação Física para além do componente motor é fundamental para que se possa estabelecer uma educação para saúde.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) pode ser considerada um dos maiores avanços que tivemos na educação do nosso país, pois estabelece uma referência nacional para a formulação dos currículos de ensino. Entre as competências gerais estabelecidas pela BNCC para os currículos de ensino, uma delas destaca-se com relevância para a saúde:
Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo- se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
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|---|---|---|---|
| COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL |
|||
| 1. Compreender a origem da cultura corporal de movimento e seus vínculos com a organização da vida coletiva e individual. | |||
| 2. Planejar e empregar estratégias para resolver desafios e aumentar as possibilidades de aprendizagem das práticas corporais, além de se envolver no processo de ampliação do acervo cultural nesse campo. |
|||
| 3. Refletir, criticamente, sobre as relações entre a realização das práticas corporais e os processos de saúde/doença, inclusive no contexto das atividades laborais. | |||
| 4. Identificar a multiplicidade de padrões de desempenho, saúde, beleza e estética corporal, analisando, criticamente, os modelos disseminados na mídia e discutir posturas consumistas e preconceituosas. | |||
| 5. Identificar as formas de produção dos preconceitos, compreender seus efeitos e combater posicionamentos discriminatórios em relação às práticas corporais e aos seus participantes. | |||
| 6. Interpretar e recriar os valores, os sentidos e os significados atribuídos às diferentes práticas corporais, bem como aos sujeitos que delas participam. | |||
| 7. Reconhecer as práticas corporais como elementos constitutivos da identidade cultural dos povos e grupos. | |||
| 8. Usufruir das práticas corporais de forma autônoma para potencializar o envolvimento em contextos de lazer, ampliar as redes de sociabilidade e a promoção da saúde. | |||
| 9. Reconhecer o acesso às práticas corporais como direito do cidadão, propondo e produzindo alternativas para sua realização no contexto comunitário. | |||
| 10. Experimentar, desfrutar, apreciar e criar diferentes brincadeiras, jogos, danças, ginásticas, esportes, lutas e práticas corporais de aventura, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo. |
A BNCC também apresenta competências específicas para a Educação Física, e aquelas apresentadas nos itens 3, 4 e 8 apresentam grande relação com a saúde.
Contudo, a educação para a saúde não deve estar vinculada somente ao âmbito escolar, pois diversas formas de intervenção possibilitam essa prática. Como exemplo, um profissional de Educação Física, ao realizar um atendimento personalizado em exercício físico, tem a possibilidade de trabalhar aspectos físicos e comportamentais, dessa forma, disseminar informações e influenciar bons hábitos associados a um estilo de vida saudável. Nesse sentido, educar para a saúde dependerá muito mais da abordagem profissional ao estabelecer um direcionamento adequado para esse fim do que, necessariamente, do ambiente em que a intervenção acontece.
Segundo Lotti et al. (2020), após 1964, a tecnologia e a ciência passaram a ser consideradas áreas de grande interesse do governo, e a Educação Física passou a adotar um posicionamento como área de produção de conhecimento científico e não somente como consumidora desse tipo de conhecimento. Foi a partir desse contexto que surgiram o Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE), o Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte (CONBRACE) e a Revista Brasileira de Ciências do Esporte (RBCE).
Ao longo dos anos, diversos estudos procuraram analisar a produção do conhecimento científico na área da Educação Física. Coutinho et al. (2012) apontam um grande crescimento da produção científica no contexto escolar a partir do ano 2000, contudo, ressaltam que são necessárias medidas mais efetivas para a disseminação desses conhecimentos. Para Lotti et al. (2020), a produção de conhecimento científico em Educação Física é bastante diversificada em relação à temática, contudo, necessita de maior enfoque na saúde.
A disseminação formal do conhecimento científico (congressos, cursos, periódicos e revistas científicas) é bastante ampla, porém acaba ficando restrita aos profissionais e não atinge de forma efetiva a população.
Um ótimo exemplo de disseminação de conhecimento científico é o Simpósio Internacional de Ciências do Esporte, um dos mais importantes eventos científicos da área da Educação Física realizado no Brasil. O Simpósio teve sua 43ª edição realizada em 2020 com temas relacionados ao exercício físico, à atividade física e às ciências do esporte.
Porém, é de suma importância que a população, de forma geral, tenha acesso a esse tipo de conhecimento, ou seja, a informações concretas que não apresentem apenas interesses comerciais. Nesse sentido, o profissional de Educação Física, devido às características de sua formação profissional, está capacitado a disseminar essas informações e conhecimentos por meio de palestras, cursos e atividades relacionadas à educação e conscientização.
Para estabelecer ações que efetivamente promovam um estilo de vida ativo, é necessário entender quais são os fatores que impactam o hábito da atividade física. Em relação às crianças e aos adolescentes em idade escolar, Seabra (2017) pontua alguns fatores e seus determinantes correlatos sobre o hábito da atividade física, conforme descritos no quadro a seguir.
| Fatores | Determinantes e correlatos |
|---|---|
| Demográficos e biológicos | Idade; qualificações acadêmicas; sexo; genética; status socioeconômico; caraterísticas antropométricas; etnia. |
| Psicológicos, emocionais e cognitivos | Gosto pela atividade física; alcance de benefícios; desejo de exercitar-se; distúrbios do humor; percepção de saúde e de competência física; motivação. |
| Comportamentais | História de atividade anterior; qualidade dos hábitos dietéticos; processos de mudança. |
| Socioculturais | Apoio social da família, amigos, professores e médicos. |
| Ambientais | Acesso a equipamentos; clima; custos dos programas. |
| Caraterísticas da atividade física | Intensidade; percepção subjetiva do esforço. |
Cabe ao profissional identificar, na população em que vai exercer sua intervenção profissional, o impacto que tais determinantes poderão causar e ajustar estratégias no sentido de minimizar sua influência negativa e potencializar os fatores motivacionais que deverão favorecer a adesão à atividade.
As populações adulta e idosa também apresentarão necessidades específicas, que deverão ser atendidas a fim de se transpor as barreiras que impedem a adoção de um estilo de vida ativo. Vale ressaltarmos que conhecer as recomendações quanto ao nível de atividade física necessário para diferentes grupos etários (jovens, adultos e idosos) é fundamental para o direcionamento adequado das atividades.
Recomendações para idosos
Realização de 20 a 30 minutos por dia de atividades aeróbias; para atividades com intensidade vigorosa, 75-100 minutos por semana; atividades de intensidade leve, 150-300 minutos por semana (ACSM, 2007).
Recomendações para jovens
60 minutos diários de atividades físicas moderadas-vigorosas (WHO, 2010).
Recomendações para adultos
150 minutos por semana de atividades físicas em intensidade moderada ou 75 minutos por semana de atividade física em intensidade vigorosa ou qualquer combinação equivalente (WHO, 2010).
Assim, finalizamos a terceira unidade por meio dos conteúdos disponibilizados na Seção 3. Você pôde estudar a prevenção de doenças, compreender os aspectos relacionados à promoção da educação para a saúde, a disseminação dos conhecimentos científicos da área e os fatores relacionados à adoção de estilo de vida ativo.
A saúde, por conceito, está relacionada a uma multiplicidade de aspectos voltados ao completo bem-estar físico, mental e social. Dessa forma, não basta apenas não estar doente para se ter saúde, é necessário adotar um estilo de vida que minimize os comportamentos e fatores de risco que precedem o desenvolvimento de doenças.
Podemos entender a saúde por meio de uma perspectiva mais dinâmica. Nesse sentido, ao adotarmos o conceito do continuum de saúde, entendemos que a saúde é manifestada de forma mais positiva ou negativa devido a uma série de fatores intervenientes.
Considerando o continuum de saúde, assinale a alternativa que corresponde a um fator de risco.
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Esta alternativa está incorreta, leia novamente a questão e reflita sobre o conteúdo para tentar outra vez.
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Correto!
Dieta inadequada, sedentarismo, estresse e tabagismo são considerados comportamentos de risco. O excesso de peso corporal é considerado fator de risco no continuum de saúde, sendo essa a alternativa correta.
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A prevenção de doenças é também uma questão de saúde pública, logo, passa a ser de interesse do Sistema Único de Saúde (SUS) estimular o aumento do nível de atividade física da população brasileira como medida preventiva, sendo esse um aspecto primordial da Política Nacional de Promoção da Saúde, que abrange a atuação do profissional de Educação Física.
Analise as asserções a seguir sobre as potencialidades da atuação do profissional de Educação Física na atenção básica à saúde:
Considerando do contexto apresentado, assinale a alternativa correta.
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Correto!
Déficit na formação profissional em relação à atuação na saúde pública e sobrecarga de trabalho devem ser consideradas fragilidades da atuação do profissional de Educação Física na atenção básica à saúde; já o desenvolvimento de atividades físicas/práticas corporais é uma potencialidade dessa atuação.
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Segundo Lotti et al. (2020), após 1964, a tecnologia e a ciência passaram a ser consideradas áreas de grande interesse do governo, e a Educação Física passou a adotar um posicionamento enquanto área de produção de conhecimento científico e não somente como consumidora desse tipo de conhecimento.
Acerca da produção e disseminação do conhecimento científico da área da Educação Física, analise as asserções abaixo e a relação entre elas.
PORQUE
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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Correto!
As asserções I e II são verdadeiras, contudo, a asserção II não apresenta uma relação de justificativa com a asserção I. A asserção II complementa a informação apresentada na asserção I ao enfatizar que é de suma importância que a informação científica precisa chegar até a população, mesmo que isso, por vezes, não aconteça.
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